fbpx

quarta, 17 de agosto de 2022

Omar e Braga descartam acusar Bolsonaro por genocídio de indígenas

Representantes do Estado que tem a maior população indígena do País, Omar Aziz e Eduardo Braga são vozes divergentes na CPI sobre o extermínio de povos por ação de Bolsonaro.

14 de outubro de 2021

Compartilhe

A taxa de mortalidade por Covid-19 entre as populações indígenas brasileiras atingiu a marca de 6,8% dos infectados, contra 5% dos povos não tradicionais (Foto: Reprodução)

Os senadores pelo Amazonas Omar Aziz (PSD) e Eduardo Braga (MDB) são vozes discordantes no grupo majoritário, o G7, que dirige e orienta os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19 quando o assunto é responsabilizar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pelo crime de genocídio em relação a populações indígenas.

Representantes do Estado que tem a maior população indígena do país, Omar e Braga não estão convencidos de que o presidente agiu com a intenção de exterminar etnias específicas, como exigem as legislações nacionais e internacionais que tratam do crime de genocídio.

O relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB/AL), se escora em documentos e em pareceres encomendados a dois grupos de juristas, um deles coordenado pelo advogado e ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior e, o outro, pelo grupo Prerrogativas.

Sem consenso no grupo majoritário, formado pelos três (Omar, Braga e Renan) e mais os senadores Humberto Costa (PT/PE), Otto Alencar (PSD/BA), Tasso Jereissatti (PSDB/CE), e o vice-presidente, senador Randolfe Rodrigues (Rede/AP), a tentativa de responsabilizar Bolsonaro pelo crime de genocídio terá de ir a votos se o relator insistir nessa decisão.

Nesta hipótese, Omar e Braga, que já informaram ao grupo que não estão convencidos do cometimento deste crime, vão votar com os governistas Eduardo Girão (Podemos/CE), Marcos Rogério (DEM/RO), Jorginho Melo (DEM/SC) e Luiz Carlos Heinze (PSD/RS), formando uma maioria para livrar o presidente desta encrenca.

Bolsonaro, contudo, não escapará de ser denunciado por crimes contra a humanidade, o que levará o nome dele para as barras do Tribunal Penal Internacional de Haia, na Holanda.

Texto: Gerson Severo Dantas

Leia Mais:

Leia mais sobre Política

Moraes destaca união da Justiça Eleitoral a presidentes dos TREs

O presidente do TSE destacou que é importante que a Justiça Eleitoral tome algumas medidas preventivas em conjunto, e de forma padronizada, antes e no dia da Eleição.

17 de agosto de 2022

Tebet diz que aplausos a Moraes no TSE foram o maior recado a Bolsonaro

Simone Tebet ainda falou que a posse no TSE na noite anterior foi um momento histórico por reunir tantas personalidades do mundo político, em particular os ex-presidentes.

17 de agosto de 2022

De empresários a misses e policiais: 424 nomes disputam vaga na Aleam

Dos 23 partidos que lançaram nomes para Aleam, 10 apostaram em chapa completa, com 25 candidatos. O número de candidaturas deste pleito reduziu em relação às eleições 2018.

17 de agosto de 2022

Wilson faz corpo a corpo com os eleitores na zona Leste de Manaus

O candidato à reeleição irá realizar na tarde de hoje caminhada da Avenida Itaúba encerrando com um bandeiraço na Bola do Produtor para se aproximar do eleitor da capital.

17 de agosto de 2022

Primeira doação para campanha de Eduardo Braga é de R$ 200

O candidato recebeu doação de pessoa física no valor de R$ 200. Confira as regras e os limites de doação em dinheiro ou cessão de bens por eleitor para apoiar campanha.

17 de agosto de 2022

TRE-AM aprova envio de militares para sete municípios do interior

O TRE-AM solicitou tropas federais depois que o comando-geral da Polícia Militar disse não haver contingente para atender os municípios durante a eleição.

17 de agosto de 2022

Jingles de Amazonino, Braga e Wilson apostam em ritmos populares

Jingles de três candidatos têm elementos do axé, arrocha e música de beiradão, variam no tamanho dos versos e apresentam também coreografia para as redes sociais.

17 de agosto de 2022

Nenhum candidato ao Governo registrou gastos do 1º dia de campanha

O limite de gastos no primeiro turno é de R$ 7.115.522,46. No segundo, o valor é de R$ 3.557.761,23, para cada um dos candidatos ao Governo do Amazonas.

17 de agosto de 2022