O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) determinou o arquivamento do procedimento investigatório criminal contra o ex-prefeito de Itamarati, Antônio da Silva Maia, o candidato a vice-prefeito, em 2020, Marqcharles Brito Lobo, e da irmã dele Michelen de Brito Lobo.
O procedimento foi instaurado para apurar supostos ilícitos criminais de concussão, fraudes à licitação, corrupção e peculato.
As investigações iniciaram após suspeitas de um esquema de compra de votos a favor de Antônio Maia.
Marqcharles e Michelen foram apontados como supostos integrantes do esquema e após serem encontrados com três contatos de locação firmados entre eles e a Prefeitura de Itamarati, que foram assinados por Maia, antes da posse dele, com vigência futura a partir de janeiro de 2017.
Durante as investigações, ficou comprovado que os valores monetários apreendidos na ação de busca e apreensão não se demonstraram ilícitos ou de origem duvidosa, tampouco foram utilizados na compra de votos.
Após todas as diligências legais, o MP disse que não se verificou a presença de elementos que fornecessem indícios de autoria e prova do suposto crime de improbidade administrativa, ocasionando, assim, o arquivamento da denúncia.