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sábado, 29 de janeiro de 2022

Manacapuru: vereador que entrou sem máscara em escola pode perder o mandato

O vereador Gerson D'Angelo é acusado por desacato ao funcionário público após entrar em uma escola sem usar máscara, item obrigatório por lei no município.

29 de maio de 2021

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O vereador é primo do atual prefeito de Manacapuru Beto D'angelo (Foto: reprodução)

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) instaurou Procedimento Preparatório para coletar elementos de prova referentes à suposta conduta do vereador Gerson D’Angelo (Republicanos), primo do prefeito Beto D’angelo (Republicanos) nas dependências da Escola Municipal Zoraida Ribeiro Alexandre.

Na terça-feira (25), o vereador tentou entrar sem máscara na unidade de ensino, onde provisóriamente está ocorrendo as sessões plenárias da Câmara Municipal de Manacapuru, no auditório, D’angelo foi advertido pelo gestor da escola, Jackson Azevedo Souza, que teve como resposta xingamentos do parlamentar e chamou a Polícia Militar.

A PM paralisou as atividades do parlamento para questionar o vereador acerca do desacato ao funcionário público, mas a presidência da casa pediu que os agentes se retirassem do local. A Promotora de Justiça Tânia Maria de Azevedo recebeu a notícia e caso sejam confirmados, os fatos levados ao conhecimento do Ministério Público constituem ato de quebra de decoro parlamentar, passível de representação do Ministério Público à Câmara Municipal para as providências cabíveis.

“O Professor Jackson foi ouvido e informou que o Vereador estaria exigindo da Secretaria Municipal de Educação, que ele fosse afastado de suas funções. As testemunhas são servidoras da prefeitura e também estariam sendo ameaçadas de exoneração, caso testemunhem em favor do professor. Ao tomarmos conhecimento disso, instauramos o procedimento, a fim de que tudo seja investigado”, relatou a Promotora de Justiça.

O Secretário de Educação foi intimado a prestar informações e advertido no sentido de se abster de qualquer retaliação ou afastamento quanto ao professor e às testemunhas a serem intimadas para prestar depoimento, sob pena de responsabilização penal, civil e administrativa. As testemunhas também foram intimadas a prestar declarações, sendo, ainda, alertadas de que devem comunicar imediatamente ao Ministério Público qualquer tipo de ameaça, perseguição ou retaliação.

Com informasções MP-AM

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