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sábado, 27 de novembro de 2021

Guedes defende reforma para que IR seja fonte do Auxílio Brasil de R$ 400

O ministro sugeriu, inclusive, uma mudança na política do teto de gastos. Para ele, porém, a decisão sobre uma antecipação da revisão será política.

21 de outubro de 2021

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Ministro da Economia, Paulo Guedes (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

Paulo Guedes, ministro da Economia, voltou a defendeu hoje que a fonte para o Auxílio Brasil seja firmada a partir da reforma do Imposto de Renda, que enfrenta dificuldades para ser aprovada no Senado.

“Uma orientação do presidente [Jair Bolsonaro] foi que qualquer família brasileira tenha o amparo de pelo menos R$ 400 reais. Sem o Imposto de Renda, não temos a fonte para criar em bases permanentes esse programa. Então temos que criar uma camada transitória”, disse, em participação no fórum promovido pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).

Guedes afirmou que a decisão faz parte de “um enorme esforço fiscal”, apesar de não detalhar qual seria a alternativa para pagamento do que chamou de fase transitória.

Segundo o ministro, o governo está estudando como será possível garantir os pagamentos “dentro de toda a estrutura fiscal que nós temos hoje”.

O ministro sugeriu, inclusive, uma mudança na política do teto de gastos. Para ele, porém, a decisão sobre uma antecipação da revisão será política.

“Do ponto de vista técnico, nós oferecemos a nossa contribuição que é Precatórios mais IR, igual ao bolsa de R$ 300, dentro do teto, dentro da Lei de Responsabilidade Fiscal. Essa é a resposta técnica ao desafio, mas quem tem voto é a política. Quem dá o timing das reformas é a política. E não vai ser nem a primeira nem a última vez que a Economia é só um olhar técnico dentro de um cenário um pouco mais amplo”, finalizou.

Auxílio Brasil

No início da tarde de hoje, o ministro da Cidadania, João Roma, anunciou que o governo começará a pagar a partir de novembro o Auxílio Brasil, programa que irá substituir o Bolsa Família. O novo benefício terá um aumento de 20%, conforme informou em coletiva de imprensa.

Atualmente, o ticket médio pago pelo governo é de R$ 189. Com o acréscimo, ele iria para R$ 227.

Por outro lado, o projeto, que elevaria os valores para pelo menos R$ 400 por família, ainda não tem definição para lançamento.

Da Redação, com informações do UOL.

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