quarta-feira, 23 de setembro de 2026

CPI: Mandetta e Teich na terça e Pazuello sozinho na quarta-feira

Até agora, o plano de trabalho da comissão não foi divulgado oficialmente. Renan Calheiros adiantou que pretende incluir no texto sugestões de outros parlamentares da CPI.
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O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19, Omar Aziz (PSD-AM), marcou para terça-feira (4) os depoimentos dos ex-ministros Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich. Na quarta-feira (5) será a vez de um dos principais alvos das investigações depor: Eduardo Pazuello. Na quinta, os senadores devem ouvir o miinistro da Saúde, Marcelo Queiroga, além do presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres.

Após estes, a previsão é de ouvir o ex-secretário de comunicação da Presidência da República, Fábio Wajngarten no dia 11 de maio junto com os representantes da farmacêutica Pfizer.

Nesta quinta-feira os senadores estão discutindo o plano de trabalho de Renan Calheiro, que ainda não apresentou por conta de manobras da tropa de choque dos governo. Mas Renan adiantou que pretende incluir no texto sugestões de outros parlamentares da CPI, como Alessandro Vieira (Cidadania-SE), Eduardo Girão (Podemos-CE), Humberto Costa (PT-PE) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI.

O relator também já anunciou que pretende solicitar informações sobre as contratações e negociações do governo federal para a aquisição de vacinas, além das regulamentações e orientações do Executivo quanto à medidas de isolamento social.

Renan deve solicitar também os registros do poder Executivo sobre medicamentos sem eficácia comprovada e “tratamentos precoces”, como é o caso da cloroquina, amplamente divulgada pelo presidente Jair Bolsonaro e por outros integrantes do governo. Até a manhã de quarta-feira (28), a CPI da Covid já tinha recebido 173 requerimentos, sendo 58 para a convocação de testemunhas.

Além dos quatro ministros da Saúde de Bolsonaro, há requerimentos para a convocação de outros auxiliares e ex-integrantes do governo, como Paulo Guedes (Economia), Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia e Inovações), Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União), Antônio Barra Torres (diretor-presidente da Anvisa), o ex-ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e o ex-secretário especial de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten.

Com informações do Congresso em Foco

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