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sexta, 22 de outubro de 2021

Coiab comemora e Silas lamenta proibição de missões religiosas em aldeias

Barroso deferiu parcialmente o pedido: ele vetou a entrada, mas autorizou a permanência dos religiosos que já estão nas aldeias. Juristas evangélicos recorrerão da decisão.

24 de setembro de 2021

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A evangelização de indígenas é uma realidade na Amazônia (Foto: Divulgação)

O deputado federal Silas Câmara e presidente estadual do Republicanos Amazonas se manifestou, na tarde desta sexta-feira (24), sobre a decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), de barrar missões religiosas em aldeias indígenas. Diferente dele, a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) comemorou a decisão do ministro Barroso.

Silas se diz “surprendido com a decisão da suprema Corte”. “É, de fato, uma decisão lamentável, porque só quem conhece a Amazôna e o trabalho de missionários cristãos sabe a importância estratégica dessa atividade para, inclusive, a sobrevivência dos nossos irmãos e irmãs indígenas no Brasil”, avalia o parlamentar.

Ainda segundo o deputado, a ausência do governo brasileiro, o vazio institucional na Amazônia, é algo impressionantemente terrível e percebido, e uma decisão como essa impõe aos indígenas mais uma grande perda de atenção, carinho e socorro.

“Com certeza absoluta, a Frente Parlamentar Evengélica, por meio do seu braço de apoio jurídico: a Associação Nacional de Juristas Evangélicos do Brasil, recorrerá da decisão e se Deus quiser, e o mínimo de sensibilidade for aplicado na análise, se manterá a permanência dos missionários indígenas nas tribos indígenas brasileiras”, anunciou o deputado, por meio de vídeo nas redes sociais.

Decisão

Barroso deferiu parcialmente o pedido: ele vetou a entrada, mas autorizou a permanência dos religiosos que já estão nas aldeias. A decisão tem efeito durante o período de Pandemia da Covid-19 no Brasil.

Confira o relato do parlamentar em vídeo:

“Vitória Indígena”

A Coiab comemorou a decisão do ministro Barroso e a classificou como “vitória indígena”. A organização vem defendendo ao longo de sua trajetória, que teve início em 1998, que é preciso manter missionários evangélicos longe de povos indígenas isolados”.

A Coordenação atua em nove estados da Amazônia Brasileira (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), e está articulada com uma rede composta por associações locais, federações regionais, organizações de mulheres, professores, estudantes indígenas, e subdividida em 64 regiões de base.

Texto: Isac Sharlon

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