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sábado, 23 de janeiro de 2021

Ânimos se acirram e deputadas governistas denunciam golpe na Aleam

A deputada Alessandra Campêlo chamou de golpe a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que adianta a votação da escolha do novo presidente da Assembleia Legislativa.

3 de dezembro de 2020

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Pronunciamentos inflamados marcaram o início da tarde desta quinta-feira na Aleam (Foto: RealTime1)

Pronunciamentos inflamados marcaram o início da tarde desta quinta-feira (3) na Assembleia Legislativa do Estado (Aleam). A discussão em torno de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que adianta a votação da escolha do novo presidente Casa acirrou os ânimos dos deputados estaduais.

A votação para escolha do nome que vai substituir o do deputado estadual Josué Neto (PRTB) estava prevista para ocorrer no dia 17 de dezembro, mas pode ser realizada ainda nesta quinta-feira (3), com a aprovação da PEC 05/20.

As deputadas estaduais Alessandra Campêlo (MDB) e Joana Darc (PL) fizeram pronunciamentos inflamados contra os deputados Carlinhos Bessa (PV) e Roberto Cidade (PV) que, anteriormente, eram aliados das parlamentares na composição da base do governo estadual que, por conta de disputa pela presidência da Casa, está divida.

A deputada estadual Alessandra Campêlo (MDB) chamou a PEC de “golpe” porque, segundo ela, a matéria não seguiu os trâmites jurídicos e acrescentou que a população “não vai perdoar traidores”.

O nome de Roberto Cidade (PV) foi um dos que surgiram para concorrer à presidência. De acordo com Alessandra, o parlamentar enviou uma mensagem via WhatsApp para o governador Wilson Lima (PSC) se autodenominando “presidente da Aleam” e dizendo ao governador que, como presidente, iria salvar o governo.

A deputada estaudual Joana Darc (PL) afirmou que a matéria foi escrita às pressas e disse que, como membro da Comissão de Constituição e Justiça da Casa (CCJ) não foi avisada sobre a matéria.

A deputada também chamou o deputado estadual Roberto Cidade de traidor e acrescentou que “nem tudo pode ser feito pelo poder”.

A PEC foi aprovada pela maioria dos parlamentares e recebeu voto contrário somente das deputadas Alessandra e Joana e dos deputados estaduais Saullo Vianna (PTB) e Abdala Fraxe (Podemos).

Reportagem: Izaías Godinho

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