quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Pandemia dificultou acesso ao mercado de trabalho no Amazonas

Pesquisa realizada pelo IBGE detalha que em maio 73,7% da população que estava fora da força de trabalho, mas queriam trabalhar e não procuraram emprego devido à pandemia.
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Pesquisa (IBGE) realizou pesquisa que mostra que no mês de maio, aproximadamente 759 mil pessoas no país não conseguiram procurar emprego por conta da pandemia de Covid-19 ou pela falta de oportunidades nas regiões em que vivem.

Neste mesmo período 179 mil pessoas estavam desempregadas e buscaram uma ocupação, mas não encontraram. Com esses números a pesquisa mostra que o Amazonas alcançou a marca de 938 mil pessoas que queriam um emprego, mas enfrentaram dificuldades para se inserir no mercado de trabalho, por volta de vagas ou receio de contrair o novo coronavírus.

De acordo com o IBGE/AM os dados são os primeiros resultados mensais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Covid-19), que é uma versão da PNAD Contínua, realizada com o apoio do Ministério da Saúde.

O IBGE estima que, em maio, 1 milhão e 307 mil pessoas estavam ocupadas no Amazonas, embora 2 milhões e 955 mil estivessem em idade para trabalhar. Isso significa que menos da metade (44,2%) estava trabalhando no mês passado, no Estado.

A taxa de desocupação do Estado ficou em 12%, a sétima maior taxa do país. Essa taxa inclui as pessoas que buscavam emprego, mas não tinha devido a vários fatores. Já entre a população ocupada os números apontam que 49% trabalhavam de forma informal.

Outras 221 mil ocupadas afastadas do trabalho e deixaram de receber remuneração. E, 87 mil estavam trabalhando remotamente.

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