quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Setor atacadista faturou R$4,5 bi e cresceu 25,3% no último ano

Apesar do bom desempenho no faturamento, em 2020, participação do setor atacadista do estado foi de apenas 2,8% em relação ao faturado no país, no período.
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Um funcionário do estabelecimento deve ficar na entrada oferecendo o produto para assepsia

A atividade atacadista e distribuidora, no estado do Amazonas, apresentou crescimento de 25,3%, em 2020, em relação a 2019. O setor alcançou faturamento total de R$ 4.559.652.117. Os números foram fornecidos, nesta terça-feira (11), pela Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD) na divulgação do Ranking ABAD/Nielsen 2021 – ano base 2020.

Conforme o ranking, a região Norte responde por 12,6% do faturamento do setor. Enquanto no Amazonas, as vendas responderam por 2,8% do faturamento, em relação aos demais estados do país, no último ano.

Na análise por modalidade, a região Norte respondeu por 39% do faturamento nacional do atacado de balcão. Nesse modelo de negócio, o Nordeste responde por 33,4% do total, a região Centro-Oeste contribui com 13,4% e Sudeste e Sul respondem, respectivamente, por 10,6% e 3,5%.

A pesquisa contou com a participação de 660 empresas. Desse total, oito empresas entrevistadas estão instaladas no Amazonas.

Expectativa de incremento para o segundo semestre

O presidente da ABAD, Leonardo Miguel Severini, prevê aumento nas vendas para os próximos meses, ao considerar a importância do setor para o abastecimento, em meio à pandemia.

“Temos confiança em continuar crescendo, mesmo porque lidamos com alimentos de primeira necessidade. E vamos em busca desse desempenho, melhorando ainda mais a qualidade da entrega, a disponibilidade de produtos e o zeramento da ruptura”, disse.

Faturamento nacional

No país, o setor atacadista e distribuidor registrou crescimento de 5,2% em 2020, em termos nominais, com faturamento de R$ 287,8 bilhões, a preço de varejo.

Em termos reais (número deflacionado), o crescimento foi de 0,7%, o que garantiu ao setor a participação de 51,2% no mercado mercearil nacional, avaliado pela Nielsen em R$ 562,3 bilhões no ano passado.

A participação abrange mais de 50% do mercado pelo 16º ano consecutivo.

Reportagem: Priscila Caldas com informações da assessoria

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