O novo complexo viário Ministro Roberto Campos, inaugurado pelo prefeito Arthur Virgílio Neto na segunda-feira, 29/6, como referência de modernidade e tecnologia, já está sendo alvo de críticas e reclamações.
A principal é sobre o gradil da passarela. “Há um grave problema no novo complexo viário que poderá gerar repercussões negativas. Estarei fazendo, portanto, uma indicação à Câmara Municipal de Manaus para que seja sanado ”, informou o vereador Bessa (Solidariedade).
Segundo Bessa, o gradil da passarela, entregue pela empresa, está intercalado com tela de proteção. “Existe total proteção um quadrado sim e outro não, quase totalmente aberto. É um perigo para crianças e pessoas vulneráveis”.
Ou seja, para o vereador, as grades da passarela devem ser igual à plataforma de embarque, com total proteção e “sem buracos”.
Conforme o vereador, fora a necessidade de gradil completo na passarela, o complexo viário é uma ótimo ganho para a mobilidade de Manaus.
Sem sinalização
O complexo foi entregue sem sinalização, deixando os usuários confusos. Não só sobre o trajeto dos ônibus como também sobre o embarque e desembarque feito por portas automáticas, que têm abertura e fechamento acionados remotamente, por um sensor controlado pelos próprios motoristas dos coletivos.
Apesar de, no primeiro momento, motoristas e usuários contarem com orientadores nas plataformas, a falta de sinalização está comprometendo o fluxo de passageiros.
Usuários não estão sabendo utilizar as plataformas modernas. E os motoristas de ônibus precisam de orientação para parar no lugar exato para embarque e desembarque dos usuários.
A plataforma no nível inferior, na alça de retorno ao São Jorge recebe linhas de ônibus alimentadoras exclusivas, fazendo conexão entre os bairros São Jorge, Lírio do Vale, Vila da Prata, Santo Agostinho e Ponta Negra, com os ônibus articulados que acessam o nível superior, que vão até o Centro ou para os outros bairros das zonas Oeste, Leste e Norte.


