quinta-feira, 24 de setembro de 2026
QUEIMADAS

Ibama: drones identificam fontes da fumaça que cobre Manaus

Mais de 190 brigadistas do Ibama e do ICMBio atuam no combate a queimadas no Sul do Amazonas
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Fumaça volta a encobrir Manaus
Fumaça tomou conta de Manaus durante quase todo o mês de outubro (Foto: Reprodução)

A densa fumaça que voltou a perturbar a vida do manauense nessa quinta-feira (5) vem de queimadas realizadas nos municípios de Apuí e Humaitá e nas terras indígenas Tenharim Marmelos, em Manicoré, e Andirá Marau, em Barreirinha.

É o que mostra imagens captadas por drones operados por técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deslocados para a região.

Conforme o órgão, houve um reforço das equipes para o combate às queimadas que ganharam intensidade em função do período de estiagem (pouca chuva) na região. No total, vieram para o Amazonas 134 brigadistas do Programa de Combate a Incêndios, o PrevFogo.

Especialistas em incêndios florestais do Ibama utilizam drones para identificar os incêndios ao redor de Manaus. O último mapeamento, realizado na terça-feira (3), orientou os trabalhos nos pontos mais críticos das chamas que causam a fumaça que atinge a capital deixando o ar mais seco e quente.

A região que será trabalhada hoje pelas equipes do Ibama é Área de Proteção Ambiental (APA) do Rio Negro, unidade de conservação estadual localizada no município de Iranduba, a aproximadamente 30 quilômetros de Manaus.

Cinquenta e sete brigadista do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) também trabalham no combate às chamas. Somando com as equipes dos institutos, 191 profissionais atuam até o momento nos incêndios florestais no Amazonas.

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