quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Governo do Amazonas anuncia delegacia de combate à corrupção

O projeto foi encaminhado para a Aleam e a expectativa, após aprovação, é que a delegacia comece a funcionar em quatro meses. A delegacia atuará em todo território estadual.
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Após estudos da Secretaria de Segurança Pública, o governador do Amazonas, Wilson Lima, formalizou, o projeto de criação da Delegacia Especializada no Combate à Corrupção da Polícia Civil.

Dessa maneira, o projeto de lei foi encaminhado para a Assembleia Legislativa do Estado (Aleam). Sendo assim, a expectativa é que a nova unidade entre em operação em até quatro meses.

A nova delegacia faz parte de um pacote de medidas que o governador vem anunciando para a segurança pública esta semana. Na terça-feira, Lima entregou a Base Fluvial Arpão, que vai reforçar o combate ao narcotráfico nos rios.

Outras medidas

Ainda nessa quarta-feira, Lima assinou a convocação de mais de 320 candidatos do concurso da Polícia Militar de 2011. Os candidatos iniciam em novembro o processo de qualificação.

Na próxima semana, lança o projeto Rocam Motos.

A criação da delegacia se alinha à proposta do Governo Federal, que promete liberar recursos específicos para o combate a esse crime.

“A Delegacia Anticorrupção é importante para dar transparência e a lisura necessária aos investimentos do serviço público”, afirmou o governador.

A Delegacia

Pelo projeto de lei, a nova Delegacia Especializada no Combate à Corrupção (DECCOR) atuará em todo o território estadual. Dessa forma, terá a missão de investigar crimes desta natureza praticados contra a administração estadual e as administrações municipais.

De acordo com o secretário de Segurança, a proposta é que a unidade se articule com outros órgãos de fiscalização para ações de repressão e também em investigações.

“A medida começou a ser trabalhada ano passado, e agora, o governo formaliza esse projeto tão importante para tirar do seio da administração pública os maus servidores e todos aqueles que tentam corromper os agentes públicos”, disse Louismar Bonates.

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