O presidente do Boi Garantido, Antônio Andrade, encaminhou um ofício ao secretário de Estado de Cultura, Marcos Apolo, pedindo socorro financeiro para poder se apresentar na edição deste ano do Festival Folclórico de Parintins
Apesar de receber R$ 13 milhões em verbas de patrocínio, o dirigente do boi afirmou que a situação é de colapso financeiro e, caso o governo não resolva a questão em dois dias, o bumbá não terá condições de se apresentar nas três noites.
Ao elencar as supostas dificuldades financeiras do boi, Andrade diz que o Garantido vive o dilema de se apresentar nas três noites ou pagar o que deve aos artistas e demais trabalhadores envolvidos na preparação do festival.
Este ano, o Festival Folclórico de Parintins está contanto com um patrocínio da ordem de R$ 26 milhões, dos quais R$ 13 milhões são destinados ao boi Garantido. Mesmo com tanto recurso, Antônio Andrade diz que o boi vive ameaça de colapso financeiro.
“Trata-se de calamidade iminente, com direito a ameaças de morte e cenário de caos social que deve afetar não só o boi Garantido, mas a cidade de Parintins como um todo”.
Até o fechamento desta matéria, o Governo do Amazonas ainda não havia se manifestado sobre o assunto.