terça-feira, 22 de setembro de 2026

Alfredo da Matta realiza 532 cirurgias dermatológicas e supera meta do Opera+ Amazonas em mutirão

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Equipe da Fundação Hospitalar Alfredo da Matta reunida em centro cirúrgico durante mutirão do Opera+ Amazonas, segurando balões com o número 500.
Profissionais da Fundação Hospitalar Alfredo da Matta celebram o resultado do mutirão do Opera+ Amazonas, que realizou 532 cirurgias dermatológicas em 28 dias, superando a meta estabelecida pela SES-AM

A Fundação Hospitalar Alfredo da Matta (Fuham) realizou 532 cirurgias dermatológicas entre 21 de novembro e 18 de dezembro, durante a intensificação do programa Opera+ Amazonas.

O volume superou a meta de 516 procedimentos prevista para 30 dias pela Secretaria de Estado de Saúde, com predominância de cirurgias para tratamento de câncer de pele.

Ao longo de 28 dias, a unidade executou mutirões, principalmente aos fins de semana, com mobilização de cerca de 50 servidores entre dermatologistas cirurgiões, enfermeiros, técnicos e equipes de apoio administrativo.

A estratégia permitiu ampliar o acesso e reduzir o tempo de espera de pacientes com indicação cirúrgica.

Segundo a secretária de Estado de Saúde, Nayara Maksoud, as intensificações do Opera+ Amazonas ocorrem em toda a rede estadual, incluindo o interior.

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A meta do Governo do Amazonas é realizar 40 mil procedimentos eletivos além da rotina hospitalar. “No Alfredo da Matta, houve um trabalho intensivo no centro cirúrgico, que gerou resultado relevante para pacientes com câncer de pele, ampliando o acesso e reduzindo a espera”, afirmou.

Impacto da Fuham

O diretor-presidente da Fundação, Carlos Chirano, destacou o impacto direto da ação. “Entregar esse serviço a pessoas que aguardavam cirurgia para câncer de pele é motivo de orgulho.

Quem tem câncer tem urgência, e essa intensificação, com apoio da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas, demonstra a contribuição da Fuham para a saúde pública”, disse.

De acordo com a gerente do Centro Cirúrgico da Fuham, enfermeira Kellen Garcês, a maioria dos pacientes atendidos era do sexo masculino, com idade entre 60 e 80 anos, apresentando lesões do tipo carcinoma basocelular (CBC), o tipo mais comum de câncer de pele.

Entre os pacientes está o motorista Elias Ribeiro, de 73 anos, submetido à quarta cirurgia para retirada de lesão cutânea. “Sou motorista de caminhão e trabalhei muitos anos exposto ao sol”, relatou.

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