sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Empresa é investigada por construção sem licença ambiental em Manaus

A empresa S.B Imóveis LTDA está sendo investigada pelo MP-AM após suspeita de início de obras sem licenciamento ambiental no bairro Tarumã, na zona oeste.
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O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) abriu um inquérito para investigar a empresa S.B Imóveis LTDA após suspeita de início de obras sem licenciamento ambiental em Manaus. Segundo a denúncia em apuração pelo órgão, as atividades ocasionaram o assoreamento de um Igarapé, na Avenida do Turismo, com Avenida Sócrates Bonfim, zona oeste de Manaus.

Conforme o MPAM, a obra foi iniciada após uma possível má-execução de contrato viabilizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMMAS), onde seria construído um poço artesiano, um reservatório e uma bica pública na Comunidade Paraíso Verde.

A equipe do RealTime1 entrou em contato com a SEMMAS para pedir esclarecimentos acerca do caso. Em resposta, a Secretaria informou ter enviado uma equipe até o endereço mencionado pela reportagem e disse que o empreendimento não foi aprovado por eles e que, supostamente, a construção estava sob a jurisdição do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM).

O RealTime1 também entrou em contato com o IPAAM, entretanto, até o fechamento desta matéria, o instituto não se manifestou.

O correspondente comercial da S.B Imóveis LTDA, Jorge Valente, conversou com o RealTime1 e afirmou que todas a obras realizadas pela empresa estão com licenciamento em dias, e não há denúncias de moradores sobre o suposto crime ambiental.

“Nossas obras são todas licenciadas e acompanhadas pelos órgãos fiscalizadores. Após um levantamento interno, realizado com a área técnica da empresa, a mesma não tem conhecimento formal de denúncia de moradores sobre despejo de dejetos em igarapé, em nenhum de seus empreendimentos. Consta apenas uma denúncia protocolada pela S. B. Imóveis Ltda, junto ao IPAAM, de despejo de dejetos, oriundos de esgoto não tratado, em curso d´água contra um condomínio vizinho da área indicada”, disse.

Jorge declarou, ainda, que as denúncias tratam-se de supostas tentativas de retaliação contra a empresa.

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