terça-feira, 22 de setembro de 2026
CLÁUSULA DE BARREIRA

Eleição para vereador em Manaus: quem 'ganhou' mas não levou e quem ficou no banco de reservas

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CANDIDATOS ELEIÇÕES

As eleições para vereador deste ano foram muito mais disputadas do que as de 2020. Na eleição anterior, apenas dois vereadores ultrapassaram os 10 mil votos: João Carlos (Republicanos), com 13.880 votos, e Joelson Silva (Avante), que na época estava no Patriotas, com 12.493 votos. Ambos foram reeleitos. Este ano, no entanto, 11 vereadores receberam mais de 10 mil votos.

Roberto Dinamite bateu na trave, mas não conseguiu fazer o “gol” da vitória

O candidato a vereador Roberto Dinamite (Democracia Cristã) — amazonense, ex-jogador de futebol e homônimo do ídolo carioca do Vasco — “bateu na trave”. Por 151 votos, ele não conseguiu se eleger vereador. Dinamite obteve 5.192 votos, mas precisaria de 5.494 votos para ultrapassar a chamada “cláusula de barreira”, que exige que um partido (ou uma coligação de partidos) atinja um mínimo de votos para obter representação parlamentar.

Caio André obteve mais votos que 16 eleitos e ficou no “banco de reservas”

O presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), Caio André (União Brasil), teve mais votos do que 16 candidatos que se elegeram este ano, mas não foi reeleito. Mesmo conseguindo quase o dobro de votos em relação a 2020, quando obteve 4.666 votos, os 8.019 votos de 2024 não foram suficientes para garantir sua permanência na CMM pelos próximos 4 anos.

Entre os “reservas”, 48 candidatos tiveram mais votos que os eleitos

Este ano, 48 candidatos a vereador que não conseguiram se eleger receberam mais votos do que 16 dos candidatos que ocuparão as 41 vagas da Câmara Municipal de Manaus para a legislatura 2025-2028. Apesar de terem obtido um número maior de votos, eles ficaram como suplentes, no chamado “banco de reservas” de cada partido.

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