O setor de serviços do Amazonas cresceu 11,4% no índice acumulado de 2021. Essa foi a maior taxa para um fechamento de ano desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012. Além disso, é o terceiro ano consecutivo em que o setor de serviços do Estado avança em relação ao ano anterior, mesmo tendo passado por dois anos de restrições, devido à pandemia de Covid-19.
Embora tenha tido expressivo avanço, o resultado do Amazonas foi somente o 11º maior entre Estados e DF. Os menores avanços foram os de Rondônia (1,8%), Piauí (3,9%), e Rio de Janeiro (7,3%); e os maiores foram os de Roraima (20,7%), Alagoas (18,5%) e Tocantins (17,7%).
Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços, divulgada nesta quinta-feira (10) pelo IBGE.
Já na comparação de dezembro contra novembro, o setor recuou 2,2%. O recuo foi o segundo maior entre as unidades da federação. Os piores desempenhos foram observados no Pará (-2,5%), Amazonas (-2,2%), e Roraima ( -1,8%); e os melhores desempenhos, no Distrito Federal (9,3%), Mato Grosso do Sul (7,1%), e Acre (7,1%).
Na comparação com dezembro de 2020, o índice também apresentou queda (-1,7%).
Receita nominal
Em dezembro, no Amazonas, a receita nominal diminuiu 4,1%, frente a novembro. A queda no mês foi a mais acentuada entre as unidades da federação. Os piores desempenhos foram os do Amazonas (-4,1%), Pernambuco (-2,3%) e Roraima (-2,2%); e os melhores, os do Acre (11,2%), Distrito Federal (8,7%), e Mato Grosso do Sul, (4,9%).
Entretanto, em dezembro de 2021, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a receita do setor aumentou 3,8%. Já no acumulado do ano de 2021, a receita do setor aumentou 15,8%, em relação a 2020.
O resultado de 15,8% na receita nominal de serviços, no ano, representou o 9º maior entre Estados e DF.Os menores avanços foram os de Rondônia (4,0%), Piauí (7,4%), e Distrito Federal (10,5%). E os melhores desempenhos, os de Roraima (24,1%), Tocantins (20,6%) e Alagoas (20,2%.).
Fonte: IBGE
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