A mineração é um dos setores da economia que mais investe em inovação, sustentabilidade e na melhoria de processos. Um exemplo disso será apresentado no estande da Potássio do Brasil, que está sendo montado na Expo & Congresso Brasileiro de Mineração (Exposibram) deste ano.
O evento será realizado de 12 a 15 de setembro, no Expominas BH, na cidade de Belo Horizonte (MG). A empresa está investindo na técnica de engenharia sustentável no empreendimento, que extrairá e produzirá o Cloreto de Potássio – matéria-prima na fabricação de fertilizantes –, no município de Autazes (AM), a 112 Km de Manaus.
Depois da separação do Cloreto de Potássio e do Cloreto de Sódio, o fertilizante será transportado em barcaças, a partir do porto privado previsto para ser construído pela empresa à margem do rio Madeira, de onde seguirá ao mercado consumidor do agronegócio brasileiro.
O empreendimento, que atualmente está em fase de licenciamento ambiental, tem vida útil estimada em mais de 23 anos e colocará o estado do Amazonas no ranking de maior produtor do fertilizante no Brasil.
Quando atingir a produção anual média de 2,4 milhões de toneladas de Cloreto de Potássio, a oferta deste insumo corresponderá a cerca de 20% do volume consumido no Brasil. Estudos preliminares indicam, entretanto, um potencial de aumento da capacidade de produção, podendo atingir até 45% das necessidades brasileiras.
A Potássio do Brasil ajudará a diminuir a dependência da importação deste insumo de outros países, como Canadá, Rússia, Bielorrússia, Alemanha e Israel. Vale ressaltar que, atualmente, o Brasil é o segundo maior consumidor de Potássio do mundo, mas produz apenas 5% de sua crescente demanda.
Da Redação, com informações da Assessoria
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