Dados do 3º trimestre de 2022 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do IBGE, revelam que o Brasil contava com 89,6 milhões de mulheres com 14 anos ou mais, das quais 47,9 milhões faziam parte da força de trabalho.
Nos serviços domésticos, as mulheres representavam 91% dos ocupados no setor e ganhavam 20% menos do que os homens.
No Amazonas, segundo o estudo sobre força de trabalho feminina, 745 mil mulheres estavam fora da força de trabalho, número superior as 718 mil mulheres que tinham ocupação. A taxa de mulheres desocupadas, atingia o patamar de 108 mil amazonenses.
Isso coloca o Amazonas em terceira posição no ranking regional em relação a taxa de desocupação, com 13,1%. O Amazonas fica atrás apenas do Amapá (14%) e o Acre (13,3%).
Em termos de trabalho informal, o Amazonas ocupa o segundo lugar na Região Norte com 63,1% das mulheres na informalidade. O Pará é o estado com maior informalidade da região com 64%.
O Amazonas, com 61,6%, também ocupa a segunda posição em relação à proporção de mulheres que recebem até um salário mínimo. Desse total, 65% das mulheres são negras. O Amapá lidera o ranking da Região Norte com 63,7%.
Ainda na questão salarial, a média de ganhos das mulheres amazonenses é 13% a menos que os homens. Enquanto a média dos homens é de R$ 2.117, as mulheres recebem R$ 1.850. Os dois únicos estados que as mulheres tem média salarial igual ou maior que dos homens são o Acre, onde mulheres tem média de R$ 2.278 e homens R$ 2.268, e o Amapá onde as mulheres superam a média dos homens sendo R$ 2.312 para elas e R$ 2.243 para eles.
Veja abaixo o estudo completo por região do país:
Da Redação
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