A Feira a do Paço, que aconteceu no Centro Histórico de Manaus, no sábado (9) e domingo, (10 ) teve um público rotativo de mais de 8 mil pessoas e contou com uma programação especial e preparada pela Prefeitura de Manaus. Com apresentação de danças folclóricas, artistas locais, feira gastronômica e de artesanato, a ação trouxe um incremento de R$ 60 mil para o setor da economia criativa.
O diretor-presidente da Manauscult, Alonso Oliveira, enfatizou que ações como essas movimentam toda a cadeia criativa e cultural de Manaus.
A coordenadora do setor social do Instituto Amazônia, Mônica Bologna, conta que a iniciativa é um instrumento do projeto “Caminhos do Frei”, onde os comunitários do bairro São Vicente, localizado no centro histórico, recebem capacitação e condições para expor seus produtos e arte. A partir dessa interação com empreendedores ativos, os moradores que se sentem aptos, despontam para abertura do seu próprio negócio.
“A Feira do Paço, antigamente, acontecia todo segundo domingo do mês. Com a pandemia, não foi possível e agora estamos retornando. A gente acolhe, aqui, hoje, na Feira do Paço, que está reduzida, 45 estandes no setor criativo e no da gastronomia, 25, contando com barracas de comidas de rua, food truck, food karts e os pequenos empreendedores como ‘din-din’. Com isso, a gente gera, em um dia de feira, uma média de R$ 30 mil, contando com os dois setores”, explicou Mônica Bologna.
Com uma intensa programação cultural, a ação reuniu público de todas as idades, que aprovaram o evento.
A tradicional feira de rua do centro histórico, está na sua 5ª temporada a essência, além de incentivar os moradores locais a expor seus produtos criativos, é, também, o de requalificação do centro histórico, ocupando com diversidade cultural e artes integradas.
Com informações da assessoria
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