quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Cadeia da construção prevê R$ 2,7 trilhões em projetos no Brasil

Atualmente, 38% das empresas do setor da construção e incorporação investem em parcerias com startups e 83% delas têm colaboração com as construtechs.
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Os três setores que compõem a cadeia de construção (infraestrutura, infraestrutura de base e construção civil e incorporação imobiliária) devem somar investimentos da ordem de R$ 2,7 trilhões até 2030, conforme o estudo Produtividade e Oportunidades para a Cadeia da Construção Civil.

O estudo foielaborado pela Deloitte e divulgado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC). Prevê que, deste montante, R$ 312,8 bilhões devem vir diretamente das obras de construção e incorporação imobiliária.

O levantamento ainda destaca alguns dos principais avanços da cadeia produtiva da incorporação imobiliária e como ela deve se desenvolver nos próximos anos. 

Estes novos investimentos serão construídos a partir de uma interface cada vez mais alinhada às novas tecnologias e práticas sustentáveis, com os primeiros reflexos já aparecendo.

Atualmente, 38% das empresas do setor da construção e incorporação investem em parcerias com startups e 83% delas têm colaboração com as construtechs. Neste caminho sem volta, as empresas do setor ainda devem aumentar em 10% os investimentos em tecnologia. 

Um outro destaque do estudo foi a constatação do aumento da escolaridade dos profissionais da construção civil. Para manter os ganhos de produtividade e estimular novos investimentos, o setor deve adotar cada vez mais métodos e parâmetros ao mensurar seus ganhos de eficiência. 

O diretor de pesquisa e inteligência da Deloitte, Giovanni Cordeiro, ponderou que o trabalho permite a previsibilidade do comportamento da cadeia produtiva da construção para os próximos anos, incluindo o montante em investimentos. Ele ainda destacou que o setor caminha cada vez mais na vanguarda tecnológica.

“Nos últimos anos, foram registrados grandes avanços no campo tecnológico com a busca de parcerias junto a empresas de tecnologias como startups e construtechs”, destacou. 

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