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quinta, 26 de maio de 2022

Banco da Amazônia atinge lucro recorde de R$ 737,8 milhões em 2021

Com relação às contratações de crédito de fomento, o ano de 2021 encerrou com R$ 13,1 bilhões, um crescimento de 19,51% em relação ao mesmo período de 2020.

1 de abril de 2022

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Lucro registrado em 2021 foi 178% maior em relação ao resultado de 2020 (Foto: Reprodução)

Ao completar 80 anos, o Banco da Amazônia (Basa) anuncia o lucro líquido recorde de R$ 737,8 milhões em 2021, maior 178% em relação ao resultado de 2020. Foi o maior lucro da história do Basa. Este desempenho foi acompanhado da elevação do Patrimônio Líquido em 21,9% chegando a R$ 2,9 bi e do crescimento em 179% do resultado operacional, em relação a 2020, que foi impulsionado pelo aumento das receitas e pela redução em 34% na provisão para operações de crédito e outros créditos (PCLD). 

Para o presidente do Basa, Valdecir Tose, o lucro atingido representa um passo numa escada ascendente de resultados sustentáveis e está otimista para os resultados ao final deste ano. “Os resultados de janeiro e fevereiro já vêm mais fortes e expressivos para um 2022 de novos recordes”, afirmou. 

Crédito de Fomento 

Com relação às contratações de crédito de fomento, o ano de 2021 encerrou com R$ 13,1 bilhões, um crescimento de 19,51% em relação ao mesmo período de 2020, que foi de R$ 11,0 bilhões. Os financiamentos concedidos, contemplaram empreendimentos de diferentes portes, segmentos e setores, promovendo assim a redução das desigualdades intra e inter-regionais na Região Amazônica. 

Com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO), principal funding do Basa, as contratações também bateram recorde em 2021.  O Banco atingiu a marca de R$ 12,5 bilhões, aumento de 19,2% em relação a 2020, que foi de R$ 10,5 bilhões e aumento de 23,3% na quantidade de operações. Além do compromisso de gerar negócios, o Banco manteve o controle da inadimplência do FNO em 0,72%.

Os empreendimentos do setor rural demandaram R$ 7,6 bilhões e os empreendimentos dos demais setores R$ 4,9 bilhões. O setor rural teve um crescimento de 58,3% em comparação a 2020, quando foi contratado R$ 4,8 bilhões. 

Para os segmentos produtivos de menor porte (mini/micro, pequenos e pequeno-médios empreendedores e microempreendedores individuais; agricultura familiar), prioridade na aplicação do FNO, o Banco contratou R$ 6,4 bilhões, crescimento de 39,13% comparando ao mesmo período de 2020, que foi de R$ 4,6 bilhões. Os empreendedores desses portes, foram contemplados com 50,7% dos valores financiados pelo FNO. 

Para o segmento da agricultura familiar, o Banco cresceu as suas contratações em 77,1%, atingindo R$ 512,8 milhões em 2021 e para os empreendedores ligados ao microcrédito, o Banco aplicou R$ 215,6 milhões, uma elevação de 91,9%. “Mesmo em um ano desafiador por conta da pandemia, levamos crédito aos pequenos empreendedores, cumprindo a nossa responsabilidade com a agenda sustentável”, afirmou o presidente do Basa, Valdecir Tose. 

Para o setor de infraestrutura, em 2021, o Basa priorizou os setores que detém impacto socioeconômico na região: Energia, Logística, Mineração, Saneamento e Telecomunicações. em 2021, o Banco aplicou R$ 2,9 bilhões, nos setores nos setores de Saneamento, Aeroportos, Ferrovias, Logística e de Geração e Transmissão de Energia Elétrica. 

Para o segmento de microcrédito, o Programa Amazônia Florescer (urbano e rural), o Banco aplicou R$ 215,6 milhões, contra R$ 112,3 milhões em 2020, um crescimento de 91,9%. Este aumento foi provocado por melhorias no cenário econômico com a redução acentuada de casos do Covid-19 e melhorias nos processos de gestão e plataforma digital. 

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