quarta-feira, 23 de setembro de 2026

AM cria mais de 4 mil novas vagas com carteira assinada em agosto, aponta Caged

Pelo sétimo mês, o setor de serviços foi responsável por puxar a alta na geração de vagas formais de emprego no Estado, com a abertura de mais das metade dos novos postos.
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O Amazonas criou, no último mês de agosto, 4.088 vagas formais de emprego, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta (29) pelo Ministério do Trabalho e Previdência. O saldo é resultado de 22.478 admissões com carteira assinada registrada naquele mês, contra 18.390 desligamentos.

Pelo sétimo mês no ano, o setor de serviços foi o responsável por puxar a alta na geração de vagas formais de emprego no Estado, com a abertura de mais das metade dos novos postos criados em agosto. Ao todo, foram 2.397 novas vagas abertas no setor, com 10.536 admissões e 8.139 demissões formais.

O segundo segmento que mais contratou com carteira assinada em agosto foi a indústria, que admitiu 4.565 novos trabalhadores. Com 3668 demissões, a indústria do Amazonas também teve o segundo melhor saldo na geração de empregos entre os setores no Estado, com o surgimento de 897 novos postos.

Já o comércio, que liderou a geração de empregos no mês anterior (julho), com a abertura de mais de 2 mil vagas, desacelerou em agosto e foi responsável pelo surgimento de 731 vagas (5.213 admissões/4.782 demissões).

A agropecuária também registrou saldo positivo de empregos em agosto, com a criação de 276 postos (400 admissões/124 demissões).

Único setor a fechar agosto com perdas de mão de obra, a construção civil registrou saldo negativo de 213 postos formais de empregos perdidos, com 1464 admissões contra 1677 demissões formais no mês.

Acumulado janeiro-agosto

No acumulado de janeiro a agosto de 2022, o Amazonas abriu 27.519 vagas com carteira assinada. Em oito meses, foram 164.733 admissões formais no Estado, contra 137.214 demissões.

Com 16.589 novas vagas formais criadas entre janeiro e agosto, o setor de serviços mantém a liderança na geração de empregos. resultado decorrente de 80.393 admissões e 63.804 demissões.

Em seguida aparecem os setores do comércio, com 5.501 novos postos abertos (40.997 admissões/35.496 demissões); pela indústria, que abriu 3.497 vagas (28.712 admissões/25.215 demissões); e construção civil, com a abertura de 1.971 empregos (13.571 admissões/11.600 demissões).

Já a agropecuária foi o único setor a fechar o resultado acumulado do ano com saldo negativo de empregos, com a perda de 39 postos formais, com 1.060 contratações e 1.099 desligamentos formais.

Texto: Lucas Raposo

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