quarta-feira, 23 de setembro de 2026

A Inteligência Artificial vai substituir a mão de obra humana em empresas?

Na visão do empresário Rufo Paganini, CEO da Getter (Startup de Inteligência Artificial), o profissional ainda tem um espaço gigante para sua atuação no mercado de trabalho).
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Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial (IA) tem o potencial de fazer a diferença em muitas áreas das organizações, mas não significa que ocupará o lugar do homem. É o que avalia o Founder & CEO da Getter (Startup de Inteligência Artificial), Rufo Paganini, em entrevista à TV RealTime1.

Hoje, de acordo com Rufo, o profissional tem um espaço gigante para sua atuação, pois todas as áreas precisam ser adaptadas para esse novo movimento de inovação.

“O profissional que tem o seu futuro colocado em xeque é aquele resistente, que fala que não acredita na inovação porque ela vai tirar o emprego dele, não usa, não apoia e vai tentar resistir a isso. Mas, ele [profissional] não tem força para isso, pois a onda é muito grande e muito forte, não dá para segurar”, avalia o CEO da Getter.

Para Rufo, as partes técnicas e repetitivas vão ser automatizadas, mas o lado humano sempre vai precisar dos seres humanos.

“A Inteligência Artificial não tem sensibilidade, não é um bom líder, não tem empatia, não se importa com gente, ela não tem coração. Muitas pessoas esquecem de se aperfeiçoar no seu lado humano, e é esse o lado que vai fazer a diferença entre nós e as máquinas no futuro”, opina Paganini.

Assista à entrevista na íntegra:

Isac Sharlon, do RealTime1

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