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quinta, 26 de maio de 2022

População de Manaus foi a que mais engordou durante a pandemia

Relatório Doenças Crônicas e Seus Fatores de Risco e Proteção mostra que, em 2020, 24,9% dos manauaras adultos apresentavam obesidade, maior índice entre as capitais.

18 de janeiro de 2022

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Em 2020, 24,9% dos manauaras adultos apresentavam algum grau de obesidade (Foto: Reprodução)

Durante o ano de 2020, auge do isolamento social provocado pela pandemia do Coronavírus, a população de Manaus foi a que mais engordou, segundo o relatório Doenças Crônicas e Seus Fatores de Risco e Proteção, publicado pelo Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS).

De acordo com os números, em 2020, 24,9% dos manauaras adultos apresentavam algum grau de obesidade, maior índice entre as capitais. Em seguida aparecem Cuiabá (24%) e Rio de Janeiro (23,8%).

A alteração no padrão de vida e de consumo durante a pandemia, que incluiu aumento no consumo de bebidas alcoólicas e redução na prática de atividades físicas, foi determinante para o aumento no número de pessoas consideradas obesas em todo o país. Conforme apresentado no relatório, em 2020 foram registrados 21,5% dos adultos com obesidade, contra 20,3% em 2019.

“As tendências de obesidade chamam atenção, especialmente porque, até 2011, nenhuma capital tinha uma prevalência de obesidade acima de 20%, enquanto em 2020 o Vigitel levantou 16 capitais acima dessa marca”, aponta o estudo.

Ainda segundo o relatório, além da pandemia, a desigualdade social também teve influência direta na elevação das taxas de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT). No ano de 2020, 55,2% dos domicílios brasileiros viviam em situação de insegurança alimentar. Além disso, outros 9% conviveram com a fome, que chega a 12% nas áreas rurais e 22,1% entre os desempregados. O relatório destaca a importância da atenção primária na saúde.

“Para reduzir a morbidade e a mortalidade por DCNTs, é preciso ampliar a quantidade e a qualidade da Atenção Primária. Na contramão dessa prioridade, a proposta orçamentária enviada pelo Ministério da Saúde ao Congresso Nacional não mostra um aumento relevante de orçamento para a atenção primária e apresenta o menor patamar de investimentos dos últimos anos”, finaliza o documento.

Da redação

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