fbpx

domingo, 23 de janeiro de 2022

Estudo indica que terceira dose da AstraZeneca protege contra Ômicron

Farmacêutica disse que a pesquisa foi conduzida "de forma independente" por investigadores da Universidade de Oxford, com quem a AstraZeneca desenvolveu a sua vacina.

23 de dezembro de 2021

Compartilhe

Informação é baseada em estudo da Universidade de Oxford (Foto: Reuters)

A farmacêutica AstraZeneca anunciou nesta quinta-feira (23) que a terceira dose de sua vacina aumenta “significativamente” o nível de anticorpos contra a nova variante Ômicron.

Com base em estudo de laboratório da Universidade de Oxford, a AstraZeneca anunciou, em comunicado, que os níveis de anticorpos que neutralizam a Ômicron após uma terceira dose da vacina foram globalmente similares aos níveis alcançados após as duas doses contra a variante Delta.

A farmacêutica anglo-sueca acrescentou que “os níveis observados após uma terceira dose foram maiores do que os anticorpos encontrados em indivíduos que haviam sido previamente infectados e se recuperaram naturalmente” das variantes Alfa, Beta, Delta e linhagens originais do SARS-CoV-2.

A empresa  esclareceu que o estudo da terceira dose foi conduzido “de forma independente” por investigadores da Universidade de Oxford, com quem a AstraZeneca desenvolveu a sua vacina.

“É muito encorajador ver que as vacinas atuais têm o potencial de proteger contra a Ômicron após uma terceira dose de reforço”, afirmou John Bell, um dos pesquisadores da Universidade de Oxford que conduziram o estudo.

Vários trabalhos recentes, realizados em laboratório, mostram que o nível de anticorpos diminui contra a Ômicron em pessoas vacinadas com os imunizantes da Pfizer/BioNTech, Moderna e ainda mais com a vacina da AstraZeneca ou da chinesa Sinovac.

Paralelamente, a Pfizer e a Moderna também anunciaram recentemente que uma dose de reforço das suas vacinas parece aumentar significativamente a imunidade por anticorpos, mas faltam dados sobre quanto tempo essa proteção dura. Embora os dados iniciais sejam positivos, a AstraZeneca anunciou na terça-feira (21) que está trabalhando com a Universidade de Oxford para produzir uma vacina específica para a Ômicron.

A nova variante já foi detectada em 106 países e já é dominante em vários países, tendo assim superado a Delta.

Apesar de ser mais transmissível, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que ainda não existem dados que permitam concluir que a Ômicron é menos ou mais grave que Delta.

Novos estudos indicam que a Ômicron é mais contagiosa, mas menos perigosa que a Delta. Pesquisas realizadas no Reino Unido, na África do Sul e Escócia revelam que as internações hospitalares de doentes infectados com a variante Ómicron diminuem entre 40% e 45%, em comparação com a Delta.

Apesar de ser necessário maior número de anticorpos para neutralizar a nova variante, a OMS e o regulador europeu de medicamento consideram que as vacinas aprovadas para a covid-19 continuam eficazes contra a doença grave, hospitalizações e morte.

O diretor-geral da OMS alertou nessa quarta-feira (22) sobre a ilusão de que bastaria administrar doses de reforço para sair da pandemia de covid-19. “Nenhum país será capaz de sair da pandemia com doses de reforço e esse reforço não é um sinal verde para comemorar, como já avisamos anteriormente”, disse Tedros Adhanom.

Fonte: Agência Brasil

Leia Mais:

Leia mais Dia a Dia

Covid mata 4x mais crianças de 0 a 4 anos no Brasil que maiores que 5

Oficialmente, o Brasil registrou 1.544 mortes de crianças de 0 a 11 anos. Faixa etária já pode ter atingido 3.249 óbitos e 92.837 internações desde o início da pandemia.

23 de janeiro de 2022

Exame para checar níveis de vitamina D no organismo agora é obrigatório

A medida, sancionada pelo governador Wilson Lima, orienta que médicos da rede pública de Saúde incluam nos exames de rotina checagem das dosagens da vitamina no corpo.

23 de janeiro de 2022

Belém adia volta presencial às aulas na rede pública de ensino

Decisão foi tomada após a identificação de casos de síndromes gripais entre trabalhadores da educação. Aulas serão retomadas na próxima segunda-feira (24) de forma remota.

23 de janeiro de 2022

Fiocruz Amazônia realiza evento pelo mês da Visibilidade Trans

O evento reforça a necessidade de respeito ao movimento trans e a importância da promoção de cidadania entre mulheres e homens travestis e transexuais.

23 de janeiro de 2022

Roteirista da Turma da Mônica, amazonense Romahs lança obra sobre felinos

Livro “Todos os meus gatos de volta” conta uma aventura tendo como personagens as várias representações mitológicas ou religiosas de felinos em culturas de outros povos.

23 de janeiro de 2022

Novo Centro de Testagem realizou exames em mais de 10 mil pessoas

Do dia 19 de janeiro até este sábado (22), o número de exames do tipo antígeno realizados no espaço foi de 10.533, sendo 5.387 com resultados positivos e 5.146 negativos.

23 de janeiro de 2022

ANAC dá primeira autorização para entrega comercial usando drones

Empresa contemplada foi a companhia Speedbird. Poderão ser carregadas cargas de até 2,5 quilos em um raio de até 3 quilômetros. Autorização contempla áreas rurais e urbanas.

23 de janeiro de 2022

Reforço de marca diferente é mais eficaz para vacinados com CoronaVac

Voluntários em São Paulo e Salvador que receberam doses da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, em um intervalo de seis meses antes do início do estudo.

23 de janeiro de 2022