O Amazonas foi o segundo estado da Amazônia Legal com a maior queda percentual no número de focos de queimadas em fevereiro deste ano, no comparativo com o mesmo período do ano passado.
Segundo dados dos satélites de monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram 99 registros em 2023, contra 175 em 2022, queda de 43%.
Em primeiro lugar figura o Acre, com queda de 70%, passando de 27 para 8 focos. O Acre também foi o estado brasileiro com a maior retração nos focos registrados pelos satélites de monitoramento do Instituto.
Os dois estados vêm seguidos de Rondônia, com redução de 28%; Mato Grosso, com queda de 26%; Acre, que teve recuo de 11%, e Roraima, com queda de 5%. Pará, Maranhão e Tocantins registraram aumentos significativos de 55%, 48% e 35%, respectivamente.
No ranking geral, Paraíba e Ceará obtiveram os maiores aumentos percentuais no período, com 327% e 319% (94 e 243 focos). As maiores reduções ocorreram nos estados.
Bioma Amazônia
O número de focos de queimadas na Amazônia apresentou leve redução de 1% em fevereiro deste ano, no comparativo com o mesmo período de 2022. No total, foram 1.787 focos neste ano contra 1.810 no ano passado.
Apesar do período sazonal, que traz mais chuvas à região, também conhecido como inverno amazônico, a Amazônia continua concentrando o maior volume de queimadas entre os biomas brasileiros, conforme o monitoramento do Inpe, seguida do Cerrado, com 1.294; Caatinga, com 664; Mata Atlântica, com 559; Pampa, com 122 , e Pantanal, com 30.
Foram 4.456 focos ao todo, sendo 40% deles, só na Amazônia. A tabela comparativa dos dados dos seis biomas mostra que houve uma redução de 5% no volume total de focos de queimada em fevereiro deste ano no bioma.
Da Redação, com informações do Amazônia Plural
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