O Amazonas tem 28 municípios em situação de emergência devido a cheia dos rios, conforme relatório da Defesa Civil divulgado nesta quarta-feira (18). Levantamento é realizado diariamente pelo Centro de Monitoramento e Alerta (Cemoa) e pela gerência regional junto aos coordenadores municipais.
As cidades que decretaram emergência são:
Guajará, Ipixuna, Envira, Itamarati, Eirunepé, Juruá, Carauari, Boca do Acre, Lábrea, Canutama, Borba, Nova Olinda do Norte, Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Tabatinga, S. Antônio do Içá, Japurá, Tefé, Manacapuru, Careiro da Várzea, Caapiranga, Manaquiri, Anamã, Careiro Castanho, Itacoatiara, Rio Preto da Eva, Boa Vista do Ramos e Maués.
A enchente já afetou 70.240 mil famílias, e pode afetar mais famílias, já que está previsto acumulado de chuva significativo sobre a faixa norte do estado até o dia 23 de maio. Por isso, o relatório pede atenção especial às áreas mais afetadas.
Estão sobre situação de alerta os municípios de Tapauá, Beruri, Pauini, S. Paulo de Olivença, Amaturá, Tonantins, Jutaí, Fonte Boa, Maraã, Uarini, Alvarães, Coari, Codajás, Anori, Iranduba, Presidente Figueiredo, Silves, Autazes, Urucurituba, Itapiranga, Barreirinha, Nhamundá, Urucará, S. Sebastião do Uatumã, Parintins, Manaus, Novo Airão e Barcelos.
Em Manaus, cheia atinge áreas do Centro
Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU), interditou, na última quinta-feira (12), o trecho da rua dos Barés no cruzamento com a Pedro Botelho, no bairro Centro, zona Sul. A medida proíbe a circulação de veículos menores e foi necessária por conta do avanço do nível das águas do rio Negro, que alagou a via e está prejudicando a circulação de veículos no entorno.
A avenida 7 de Setembro continua interditada e o terminal da Matriz pode ser fechado. A cota de fechamento é em torno de 29 metros e 90 centímetros. Caso ocorra o fechamento para veículos leves, o fluxo será remanejado para a Lobo D’Almada.
Da Redação
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