terça-feira, 22 de setembro de 2026
CAUSOS DE PARINTINS

Conheça um pouco das histórias do Festival de Parintins com as crônicas de Simão Pessoa

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CAUSOS DO FESTIVAL DE PARINTINS

Durante este mês de junho o RealTime1 publicou diariamente os “Causos de Parintins”, crônicas do poeta, compositor e bem humorado cronista amazonense.

Para acessar as crônicas, basta clicar aqui.

Simão foi pela primeira vez à Parintins em 1979, mas começou a “frequentar” o Festival de Parintins a partir de 1996, quando era editor de cultura do jornal Amazonas em Tempo, na época de propriedade da jornalista Hermengarda Junqueira.

No entanto, enquanto os repórteres “cobriam” o festival, Simão preferia mesmo era ficar de “conversê” com artistas e moradores da ilha. As histórias e o causos acabaram indo parar no “papel”.

“Uma maneira de contribuir para a preservação da memória e da literatura oral da nossa terra”, explica Simão, poeta, compositor e bem humorado cronista amazonense, autor, entre outros livros, do “Manual do Canalha”, publicado pela primeira vez em 1992.

“Você passa o tempo todo rindo em Parintins”, e essas histórias precisam ser registradas.

Sobre Simão Pessoa, autor dos ‘Causos de Parintins’

Nascido no bairro de Cachoeirinha, em Manaus, filho de Simão Monteiro Pessoa e Celeste da Silva Pessoa, pertence à geração de poeta, escritores e músicos que inclui Zémaria Pinto, Arnaldo Garcez, Aldisio Filgueiras, Cileno e Anibal Beça.

Atuou como editor de cultura e colunista sobre literatura para os jornais “Amazonas em Tempo” e “Correio Amazonense” e redator publicitário.

É engenheiro eletrônico formado pela UTAM (1977), com pós-graduação em Administração pela FGV-SP (1989), acreditem.

Foi fundador e presidente do Sindicato de Escritores do Amazonas e do Coletivo Gens da Selva.

Publicou poesias em diversos fanzines, periódicos e revistas por todo o país.

Em produção ligada à música publicou pela série Coletivo Gens da Selva, da Editora Valer, “Rock: A música que toca” (1996), “Funk: A música que bate” (2000) e “Reggae: A música que pulsa” (2002). Editou também “Causos de bamba – A história do carnaval brasileiro” (volume 1/2003).

Produção literária de Simão Pessoa

Livros de poesia:

“Old Fashioned” (77)

“Ócio dos Ofídios” (78)

“Carajo” (79)

“Miss Heartbreak” (80)

“Trastes e contrastes” (81)

“Porandubas” (84)

“Brinca comeu brinco” (86)

“Guarânia com guaraná” (89)

“Matou Bashô e foi ao cinema” (92)

“Mulheres” (95)

Livros de prosa:

“ABZ da Boemia” (1989)

“Afrodisíacos” (1992)

“Manual do Canalha” (1992, reeditado em 1996 e em 2010)

“Rock: a música que toca” (1996, reeditado em 2006)

“Manual do Espada” (1999)

“Folclore Político do Amazonas” (2001, reeditado em 2003)

“Funk: a música que bate” (2002, reeditado em 2004)

“Reggae: a música que pulsa” (2003)

“Manual do Garanhão” (2004)

“Amor de Bica” (em parceria com Orlando Farias, Marcus Gomes e Mário Adolfo, publicado em 2006 e reeditado em 2008)

“Alô, Doçura!” (2009)

“Folclore Político do Amazonas – Volumes 1, 2, 3, 4 e 5” (2004-2010)

“Causos de Bamba – Volumes 1 e 2” (2003-2010)

“Sanatório Geral” (2010)

“Barbárie na Selva – O assassinato de Delmo Pereira” (em parceira com Antônio Diniz, publicado em 2011)

“História da Câmara Municipal de Manaus” (em parceira com Antônio Diniz, publicado em 2012)

“O Templário de Barcelos – Biografia de Fábio Lucena” (em parceira com Antônio Diniz, publicado em 2014)

“BICA do Armando” (em parceira com Francisco Cruz, publicado em 2016)

“No Tempo das Diligências” (2016)

“Cowboys Fora-da-Lei” (2017)

“A Vingança do Pele-Vermelha” (2018)

“Xipuara” (2019)

“Dabacuri” (2020)

“Marupiara” (2021)

“Não chores por mim, Valentina” (2022)

“Festão do Povo, Folias do Bianor” (2023)

Foi fundador e editor dos jornais de humor “Candiru” (1986-1993), “Miratinga” (1988-1991), “Roots” (1992-1995) e “Bodó na lama” (1995-1998)

Participou das antologias poéticas “Marupiara” (1988), “Saciedade dos Poetas Vivos – Erótica” (1994), “Saciedade dos Poetas Vivos – Hai-Kais” (1995), “A Poesia do Século XX – Amazonas” (1998) e “Antologia do Encontro Internacional de Poetas da Amazônia” (1999).

Em 2007, foi agraciado com a Medalha do Mérito Legislativo “Ruy Araújo”, concedido pela Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALE-AM), pelos seus 30 anos de carreira literária.

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