A Universidade Federal do Amazonas por meio do Comitê Interno de Enfrentamento do Surto Epidemiológico do novo coronavírus emitiu Nota Técnica com orientações ao planejamento e execução das fases de flexibilização para as atividades presenciais.
A publicação da Nota Técnica tem como objetivo orientar quanto ao cumprimento das medidas de intervenção para o planejamento e execução das fases de flexibilização das atividades presenciais acadêmicas e administrativas, conforme os critérios de risco do cenário epidemiológico constante no Plano de Biossegurança da Universidade Federal do Amazonas.
A nota técnica diz que é de caráter excepcional e facultativo, o retorno das atividades presenciais dos estágios curriculares obrigatórios e dá outras providências. O retorno presencial deve ser precedido de um processo de reorganização o mais adequado possível, construído pela gestão das unidades acadêmicas e administrativas em conjunto com as Comissões Local de Biossegurança (CLBioUNIDADE), visando atender as especificidades das atividades, entre outras referências que estão mais explicitamente na Nota Técnica completa.
Em razão do que já foi vivenciado ao longo do processo evolutivo da pandemia e de sua dinâmica de transmissão, o Comitê de Enfrentamento à Pandemia determinada pelo SARSCov-2 no âmbito da Universidade, recomenda a presente proposta de orientação da flexibilização das atividades presenciais, de maneira escalonada e híbrida, conforme os critérios de classificação do cenário epidemiológico/sanitário constante no Plano de Biossegurança da Ufam.
O planejamento para a flexibilização das atividades presenciais nos campi e nas unidades acadêmicas da Ufam terá três fases a serem implementadas: adaptação, implantação e avaliação, observando as ações possíveis definidas de acordo com a classificação de risco de disseminação da Covid-19 divulgada periodicamente pelo GTO. As fases são sequenciais e avançam de acordo com os resultados do monitoramento de casos suspeitos da doença do local.
Orientações para implantação
Cada um dos campi e unidades realizarão o mapeamento dos seus setores, incluindo a prioridade de grupos para atendimento e do limite de ocupação dos ambientes em cada nível de risco, segundo o cálculo de lotação dos espaços fechados do Plano de Biossegurança da Ufam.
As atividades e a ocupação de ambientes na estrutura das unidades acadêmicas em Manaus e nos campi, como eventos, processos seletivos, restaurante universitário, cantinas, residência estudantil, laboratórios, ginásios, centros de convivência, auditórios, salas de aula, confraternizações, banheiros, áreas administrativas, e demais espaços, passam a ser avaliados com um grau de risco classificado como alto, médio e baixo a partir dos critérios do Plano de Biossegurança da Ufam.
Os eventos, por exemplo, quando previsto no Plano de Biossegurança que é de alto risco fica proibido. Se a avaliação classificar de médio risco, a ocupação só poderá ter 25% e de baixo risco 75% da ocupação.
Também medidas sanitárias estão submetidas à avaliação de risco de acordo com o Plano de Biossegurança como o trabalho remoto para servidor em grupo de risco. Quando avaliado de alto risco é obrigatório que o servidor trabalhe remotamente.
Quando avaliado de médio é opcional e de baixo não se aplica. Outra medida sanitária prevista no Plano é a disponibilização de álcool 70% ou álcool glicerinado em todos os setores em todas as etapas da flexibilização, entre outras medidas necessárias para conter a propagação da Covid-19 na Instituição.
Acesse a Nota Técnica completa.
Com informações da assessoria
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