quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Casos de Covid-19 no Amazonas têm alta de 190%, segundo dados da FVS

Alta de casos de Covid-19 coincide com crescimento de doenças respiratórias no período do "inverno amazônico". Prefeitura de Manaus divulga locais para testagem em Manaus.
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Amazonas já está na fase amarela de casos de Covid-19 que continuam aumentando segundo a FVS-AM (Foto: Divulgação/Semcom)
Amazonas já está na fase amarela de casos de Covid-19 que continuam aumentando segundo a FVS-AM (Foto: Divulgação/Semcom)

Dados da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) apontam que o Estado teve crescimento de 190% nos casos de Covid-19, nos últimos sete dias.

A chegada do período de chuvas, conhecido como “inverno amazônico”, elevou os casos de síndromes respiratórias que colocaram o Estado em Alerta Amarelo pela FVS. O aumento de pacientes de Covid-19 acompanha essa tendência.

Entre  12 a 18 de outubro, o Amazonas registrou 348 casos de infecção por coronavírus, sendo que 311 foram diagnosticados em Manaus e 37 no interior. Entre a quarta-feira anterior (19) e a desta semana (27), foram 1.012 casos (909 na capital e 103 no interior).

Não há registro de mortes, o que de acordo com a FVS-AM demonstra a eficiência das vacinas aplicadas para imunização contra a doença.

Confira a lista de UBSs que realizam testes para Covid-19 em Manaus

Com o agravamento do número de casos de Covid-19, a Prefeitura de Manaus divulgou a lista com 40 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), que ofertam atendimento médico e testagem contra a Covid-19.

Para fazer o teste rápido de antígeno, o usuário deve apresentar documento de identificação original com foto e Cartão Nacional de Saúde (SUS). Os endereços e os horários de atendimento das UBSs na zona urbana e rural da capital podem ser consultados .

Quando buscar atendimento?

A titular da Semsa, Shádia Fraxe, explica que a testagem deve ser realizada quando a pessoa estiver com os sintomas iniciais da doença, como febre alta, dor de cabeça, tosse, dor na garganta e indisposição, por sete dias, no máximo.

“Após esse período, o teste não tem mais capacidade de identificar a doença, por isso nossa orientação é que após os sete dias, quem estiver com os sintomas, deve ir a uma UBS para receber atendimento médico que compreende as orientações sobre os medicamentos e os cuidados necessários para evitar a disseminação da doença”, afirmou Shádia.

DA Redação com informações das assessorias

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