Em pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Amazonas, do total de R$ 600 milhões dos recursos do Auxílio Emergencial, em maio, 82,8% alcançaram domicílios cujo rendimento domiciliar per capita era de até R$ 581,86 no mês, um pouco acima de meio salário mínimo.
A pesquisa mostra que, no mesmo mês, o Estado tinha 966.321 domicílios. Destes, 55,8% (539.547 domicílios) foram beneficiados com auxílio emergencial.
Além disso, em todo Estado, em maio, residiam 4.034.785 pessoas. Desse total, 2.524.796 pessoas, o equivalente a 62,6% residia em domicílios que receberam o benefício.
Em média, a renda domiciliar per capita média passou de R$ 608,03 para 756,74 com o auxílio emergencial.
Dados da pesquisa
Os dados da PNAD COVID19 MENSAL foram divulgados nesta quarta-feira, menos de três meses da implementação do Auxílio Emergencial. O auxílio tem por objetivo fornecer proteção social no período de enfrentamento da crise causada pela pandemia do novo coronavírus.
Os dados apresentam os efeitos da pandemia no mercado de trabalho e na renda da população, de modo a produzir informações necessárias à elaboração de programas de apoio específicos ou de políticas públicas em geral.
Auxílio Emergencial
É destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados.
No Amazonas, 55,8% dos domicílios foram beneficiados com o Auxílio Emergencial. No Amapá e no Maranhão, a proporção de beneficiados foi superior a 60%.
Em São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, estados cujo rendimento domiciliar per capita são os mais elevados, a cobertura do programa não alcançou 30% dos domicílios.