sexta-feira, 2 de outubro de 2026

Amazonas teve aumento de 32% no repasse para alimentação escolar

Os recursos repassados pelo Pnae variam de R$ 0,32 por dia (para cada estudante da educação de jovens e adultos) até R$ 2 por dia (escolas de ensino médio).
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O Amazonas teve um aumento no repasse de 32% em 2023 do repasse de recursos federais nos valores do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

O programa do governo deferal prevê repasses de recursos federais para estados e municípios, com base no número de alunos de cada rede. Com a correção, o orçamento destinado diretamente para a qualidade da alimentação nas escolas salta de R$ 4 bilhões para R$ 5,5 bilhões e atende um público de 40 milhões de estudantes.

Apesar do aumento, o Estado ficou atrás de estados como Acre e Amapá. Esses aumentos são importantes para os benefícios da alimentação de qualidade nutricional extremamente essencial para o desenvolvimento das crianças e jovens.

O Amazonas teve aumento no repasse feito pelo governo federal. (Foto/ Ministério da Educação Governo Federal)

“É um aumento médio nos valores do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) que supera os 36%. Todos os estados brasileiros mais o Distrito Federal serão contemplados com aumento de recursos. No Distrito Federal, por exemplo, o aumento supera os 50%”, afirmou Camilo Santana em seu perfil no Twitter.

“Estados como Sergipe, Roraima, Piauí e Maranhão conseguiram aumento superior a 40%, quando comparamos com os recursos previstos para 2022. Estamos falando de comida de qualidade, essencial para o desenvolvimento das nossas crianças e jovens de todo o país”, completou o ministro.

Atualmente, os recursos repassados pelo Pnae variam de R$ 0,32 por dia (para cada estudante da educação de jovens e adultos) até R$ 2 por dia (para o programa de fomento às escolas de ensino médio em tempo integral).

Recursos

Outros recursos do Pnae são: ensino fundamental e médio (R$ 0,36), pré-escola (R$ 0,53), atendimento educacional especializado no contraturno (R$ 0,53), escolas indígenas e quilombolas (R$ 0,64), creches (R$ 1,07) e ensino integral (R$ 1,07).

“A alimentação escolar é estratégica para que as crianças possam ter uma alimentação adequada. A gente tem mais de 40 milhões de crianças que se alimentam cotidianamente nas escolas. E essas crianças terem alimentação de verdade é importante para que a gente consiga ter uma segurança alimentar e menores índices de desnutrição”, afirmou Lilian Rahal, secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.

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