quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Desafios da bioeconomia X Estruturação das cadeias produtivas

Segundo o gestor do Centro de Bionegócios da Amazônia, Fábio Calderaro, o novo modelo de negócios prevê que os projetos desenvolvidos no CBA tenha investimento direcionado para cadeias produtivas.
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Com a definição da personalidade jurídica, o Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA) inicia o processo de transição de gestão. O CBA deixa de ser administrado pela Suframa e passa a ser gerido por uma organição social, a Fundação Universitas de Estudos Amazônicos (Fuea).

Neste novo capítulo da história da bieconomia na Amazônia, o gestor do CBA, Fábio Calderaro, acredita que se abre um desafio a ser superado, a estruturação das cadeias produtivas.

Segundo Calderaro, o contrato prevê que a Fuea atue com as comunidades do interior produtoras de bioativos.

Nesse modelo de negócios do CBA pensamos nisso, todos os projetos que lá forem desenvolvidos, no mínimo 30% (recurso) tem que ser voltados para organização da cadeia de fornecimento, afirma Fábio.

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