Com o avanço das plataformas digitais criou-se a discussão sobre o meio mais eficaz para o registro de marcas, patentes, desenhos industriais e outras propriedades intelectuais.
O tradicional registro através do INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) continua sendo a alternativa mais segura ou o registro via blockchain é, atualmente, a melhor solução?
Quem responde é a advogada Vanessa Albuquerque, CEO da Cone Sul Marcas e Patentes e Conselheira Fiscal do Corpo Diretivo da AnaMid, Associação Nacional do Mercado e Indústria Digital.
Vanessa explica que o uso do blockchain serve para gerar um registro do início de uso da marca. No entanto, não certifica sobre a propriedade do conteúdo intelectual.
Da Redação
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