sábado, 3 de outubro de 2026

Aras cria polícia do Ministério Público para fortalecer presença na Amazônia

O objetivo é tornar o Ministério Público Federal menos dependente da atuação de outros forças, como as polícias militares e a Federal. Irá reforçar o trabalho dos Gaecos.
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Augusto Aras procurador geral da República
Presidente Jair Bolsonaro participa da cerimonia de aberturado Forum: Controle no Cambatre à corrupção 2020, com a presença do Procurador-Geral Augusto Aras, Wagner Rosário (CGU), André Mendonça (Justiça), Braga Netto (Casa Civil), Jose Múcio (TCU) Sérgio Lima/Poder360 09-12-2020

O procurador-geral da República, Augusto Aras, assinou neste sábado (31) a portaria que cria a Polícia Institucional do Ministério Público da União.

Ela disciplina a atuação dos servidores que já exercem funções de segurança institucional, mas que não têm poder de polícia. Cria um grupo a exemplo da polícia legislativa no do Senado e da Câmara dos Deputados.

A portaria determina que sua função será “a proteger a integridade dos seus bens e serviços, bem como a garantir a incolumidade dos membros, servidores, advogados, partes e demais frequentadores das suas dependências físicas, em todo o território nacional”.

O objetivo é tornar o Ministério Público Federal menos dependente da atuação de outros forças, como as polícias militares e a Federal. Irá reforçar o trabalho dos Gaecos (Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), que substituíram as antigas forças-tarefas, incrementando a atuação em operações.

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