Parlamentares do Amazonas utilizaram as redes sociais nesta segunda-feira (26) para homenagear o médico e professor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) Menabarreto Segadilha, que faleceu na noite deste domingo (25).
Um dos primeiros a se manifestar foi o deputado federal Marcelo Ramos (PSD). Em um longo texto no Instagram, o político relembrou o início da amizade com Menabarreto, quando ainda era estudante do curso de Direito na Ufam.
“Nem sempre concordamos em tudo, por vezes divergirmos duramente, mas sempre mantivemos carinho e respeito recíproco. O professor Menabarreto era daqueles homens cada vez mais raros que vivem o que pregam e que abrem mão de qualquer apego material para entregar a sua vida ao seu desejo de servir. Hoje, o meu amigo descansou. Obrigado por tudo, descanse em paz e que Deus conforte o coração da sua família”, publicou o deputado.
Já o também deputado José Ricardo (PT), ao lamentar a morte do colega, destacou a atuação do médico aposentado em defesa das causas sociais no Estado.
“O Amazonas perde um grande lutador das causas sociais. Menabarreto será sempre lembrado como um incansável militante atuando na luta em defesa do SUS, da saúde, principalmente, no saneamento básico à população, nos direitos humanos, na educação e diversos temas de impacto na população de nosso Estado”, escreveu Zé Ricardo.
“Deixo meu respeito e admiração aos familiares, parentes e amigos ao prestarmos nossa solidariedade neste momento de pesar e tristeza”, completou o parlamentar.
Na mesma linha, o deputado estadual Sinésio Campos (PT) divulgou nota, na qual classificou professor Menabarreto como um “incansável defensor do Sistema Único de Saúde (SUS), de políticas públicas e uma educação de qualidade no Amazonas”.
“Mena era uma pessoa muito querida por todos pelo seu profissionalismo e amizade verdadeira. Para sempre o teremos em nossa memória e em nosso coração com muita gratidão e saudade”, escreveu o petista.
Quem foi Menabarreto?
O professor Menabarreto ingressou na Ufam em 1976, como docente da Faculdade de Ciências da Saúde. Já como diretor da Faculdade de Medicina da Ufam, implantou o internato rural do curso em 1987, inicialmente em Mocambo e Caburi, comunidades de Parintins, levando assim os profissionais de medicina para o interior do Amazonas. Inicialmente sob muitas críticas, o internato rural da Ufam é hoje o que mais resulta em interiorização de médicos após a formatura.
A família informa que não haverá velório e sepultamento, pois o corpo será cremado nesta segunda-feira, 26 de dezembro.
Da redação
Leia Mais: