Candidata ao cargo de vice-governadora na chapa de Eduardo Braga (MDB), a petista Anne Moura fez uma live no seu perfil no Instagram nesta sexta-feira (21) para apresentar as propostas da coligação “Em Defesa da Vida” para a economia, com destaque à defesa da Zona Franca de Manaus (ZFM).
As lives têm sido um recursos regular de Anne Moura para atuar na campanha de Braga, uma vez que ela cumpre licença-maternidade.
A candidata ampliou o espaço para expor as propostas de Eduardo Braga que trata sobre a liberação de microcrédito para pequenos empresários da capital e para a agricultura familiar, sobretudo no interior do Estado.
Ela disse ainda que a coligação se propõe a fazer recuperação de estradas e vicinais para o escoamento da produção rural do interior, assim como definir estratégias logísticas para a economia dos municípios afetados durante o período de cheias.
Zona Franca
Sobre a Zona Franca de Manaus (ZFM), Anne lembrou da visita que o candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez à fábrica da Honda, em agosto desse ano.
Para a candidata, isso demonstra o compromisso da coligação pela defesa da ZFM, enquanto o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), apoiado pelo governador Wilson Lima (União Brasil), toma medidas que prejudicam o modelo de desenvolvimento.
Ela comparou as medidas dos governos petistas como a prorrogação dos incentivos da ZFM por mais 50 anos, enquanto Bolsonaro emitiu decretos reduzindo a alíquota do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) em outros Estados, tirando vantagens das empresas instaladas no Amazonas.
“Lula quando vem para Manaus visita os trabalhadores nas fábricas, o atual presidente quando vem para cá, faz motociatas (…) Eu, Eduardo Braga e Lula temos esse compromisso de defender os empregos da Zona Franca”, disse.
“Mesmo que o atual presidente faça promessas de que vai preservar a Zona Franca, as ações dele não condizem com isso”, disparou.
Sobre a busca de alternativas econômicas, a candidata detacou os investimentos e pesquisas em biodiversidade, destacando que é preciso valorizar as pessoas que moram em região de floresta de forma que a preservação da Amazônia tenha retorno financeiro para aquelas comunidades.
“Isso é possível valorizando os saberes locais”, disse.
Ela reforçou a proposta de Eduardo Braga de complementar o atual auxílio federal de R$ 600, com um estadual de R$ 500.
Texto: Emerson Medina
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