Candidato ao Governo do Amazonas, Eduardo Braga (MDB) conversou, nesta quinta-feira (20), com profissionais da cadeia da Economia Criativa onde apresentou suas propostas para o setor da Cultura.
Braga destacou que “investir uma grande quantia num único artista para cantar em um município é pouco para a arte. O melhor seria contratar também artistas regionais e dar a eles espaço, renda, promoção para que eles possam divulgar sua arte”.
O setor foi duramente afetado no período da pandemia de Covid-19 e ainda não se restabeleceu sob o ponto de vista econômico, segundo relato dos cantores, produtores, diretores que participaram da roda de conversa e relataram gargalos que emperram a realização de produções (peças teatrais, espetáculos de humor, filmes, espetáculos de circo, apresentações musicais).
Os participantes pediram investimentos constantes e não o direcionamento exclusivo para os grandes artistas.
“Chegamos a investir R$ 100 milhões ao ano com cultura, o que era bastante para o orçamento da época”, citou Eduardo Braga fazendo menção ao período quando governou o Estado.
Ao ser questionado se poderia criar condições especiais para favorecer os artistas a ter casa própria, Eduardo Braga acenou em incluir a categoria no projeto de construção de 30 mil moradias populares que promete realizar se eleito.
Durante o encontro foram enumerados projetos culturais do período de governo de Braga como eventos populares (Carnaval, Carnavoi, Festival Folclóricdo de Parintins) e eventos que foram integrados ao calendário cultural e turístico do Estado como o Festival Amazonas Jazz (2006), Festival de Música (2010), Festival Amazonas de Dança (2009). Festival de Teatro da Amazônia (2003), o Amazonas Film Festival (2004), Festa das Luzes e Concerto de Natal.
Com informações da Assessoria
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