Amazonino Mendes (Cidadania) se mantém na liderança entre os candidatos com mais engajamento no Facebook no período de 13 a 21 de setembro, seguido de Ricardo Nicolau (Solidariedade) na segunda posição.
O terceiro lugar, que antes era de Eduardo Braga (MDB), agora é ocupado por Wilson Lima (União Brasil).
Braga agora é o quarto colocado, seguido de Carol Braz (PDT) e Henrique Oliveira (Podemos), os dois últimos colocados na análise nos dois últimos períodos avaliados (1º a 12/09 e 13 a 21/9).
No Instagram, Eduardo Braga perdeu a liderança para Israel Tuyuka (PSol), que antes nem figurava na análise porque não possuía o mínimo de seguidores no Instagram, que era de 100, estabelecido como critério para a análise.
Na vice-liderança, Braga é seguido por Carol Braz, Ricardo Nicolau, Amazonino Mendes, Wilson Lima, Henrique Oliveira e Nair Blair (Agir).
Nair já chegou a liderar o ranking de engajamento no Instagram (no período de 22 a 28 de agosto), mas desde o dia 1º de setembro está em queda na análise.
Número de postagens
Nas últimas três análises (22 a 28/8, 1º a 12/9 e 13 a 21/9), Braga se mantém como campeão em número de posts no Facebook, seguido de Wilson Lima e Carol Braz. A ordem se repete também no Instagram.
Ricardo Nicolau, Amazonino Mendes e Henrique Oliveira, nesta ordem, completam o ranking no Facebook.
Henrique Oliveira, Ricardo Nicolau, Israel Tuyuka, Amazonino Mendes e Nair Blair, completam o ranking no Instagram.
Critérios para a análise
Para este levantamento, foram consideradas páginas (perfis comerciais/business) dos candidatos no Facebook que possuem conteúdo recente em seus perfis.
Também foram considerados os perfis com 100 curtidas ou mais.
Dessa forma, as métricas dos perfis dos candidatos Israel Tuyuka e Nair Blair não aparecem no levantamento.
O levantamento foi feito pelo RealTime1, a partir da plataforma Fanpage Karma, de monitoramento e análise de mídias sociais dos candidatos majoritários.
Sobre a compra de métricas
A respeito da prática de compra de seguidores (fãs), curtidas, comentários, avaliações negativas, avaliações positivas etc., apesar dos vários esforços das mídias sociais no desenvolvimento de tecnologias para coibirem essas ações, é muito possível que esse tipo de comercialização continue ocorrendo com certa frequência.
Além disso, as atuais ferramentas de monitoramento ainda não conseguem distinguir totalmente o que é orgânico e o que é comprado.
Texto: Isac Sharlon
Leia Mais: