quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Plataforma 'vasculha' vida de candidatos para orientar eleitor

Plataforma apresenta ao eleitor como candidatos ao parlamento votaram temas importantes no Congresso e se atenderam às categorias que representam entre outros dados.
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A plataforma foi desenvolvida pelo pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) (Foto: Reprodução)
A plataforma foi desenvolvida pelo pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) (Foto: Reprodução)

Está decidindo em quem vai votar, mas ainda precisa de mais informações sobre os candidatos? A plataforma Quem foi Quem pode ajudar na escolha até o dia 2 de outubro, dia das votações das eleições de 2022, no primeiro turno. Ela faz uma busca do desempenho de candidatos que já têm experiência política.

O site é desenvolvido pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) e avalia o desempenho parlamentar em temas que “impactam os direitos dos trabalhadores e os serviços prestados à sociedade”, segundo descrição da própria ferramenta.

Cada parlamentar listado possui um perfil com o termômetro que mostra a média de apoio aos trabalhadores, o histórico de votações e as bases eleitorais.

Ao abrir a plataforma de pesquisa parlamentar o eleitor preenche o nome do candidato no campo de busca (preferencialmente o nome de batismo mesmo e não o de urna) e escolhe se ele é ou foi deputado ou senador.

O site apresenta informações diversas como, categorias que representam e como se manifestou em votações importantes de medidas provisórias (MPs), Projetos de Lei, Projetos de Emenda Constitucional (PEC) e outros e se acolheu os interesses da base que o elegeu.

O site ainda acompanha votações importantes com todas as informações sobre quem votou a favor ou contra a peça em destaque.

Entre os critérios listados pelo site, é destacado pelo Diap que “em todas as votações selecionadas, o parlamentar dispunha de quatro opções: ausentar-se, votar a favor, contra ou abster-se. Os votos nas matérias selecionadas sempre tinham o sentido de ampliar, restringir ou suprimir direitos. Em todas as hipóteses existiam alternativas”. 

Texto: Emerson Medina

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