quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Brasil tem 6 capitais entre as melhores cidades para investir; Manaus fica de fora

Levantamento se baseia em 29 métricas, divididas em cinco temas: volume de negócios, capital humano, troca de informações, experiência cultural e engajamento político.
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Um levantamento global elaborado anualmente pela consultoria Kearney coloca seis capitais brasileiras entre os 156 melhores destinos mundiais com potencial para atrair investimentos. De acordo com a lista, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Recife são as cidades do país com melhor capacidade para reter negócios, pessoas e ideias.

Ocupando a 40ª colocação, a capital paulista subiu duas posições em relação ao ano passado é o destino brasileiro melhor posicionado no ranking. O grande volume de atividades de negócios realizado na cidade é o principal responsável, segundo a consultoria, pela atração dos investimentos. O resultado indica uma tendência de recuperação, já que em 2020, devido aos impactos da pandemia da Covid-19, a cidade de São Paulo despencou nove posições em relação ao período anterior.

Por outro lado, o Rio de Janeiro, segunda cidade do Brasil mais bem posicionada, caiu quatro posições de 2020 para 2021, passando da 72ª para a 76ª colocação global. Em terceiro lugar, Belo Horizonte subiu nove posições, passando de 113.ª a 104.ª

Porto Alegre também subiu, deixando o 116.º lugar no ano passado, e ocupando a 108.º posição em 2021. Já Salvador é o 124.º melhor destino, enquanto o Recife se manteve em 125.º lugar.

O ranking mundial é liderado pela cidade de Nova Iorque, seguida por Londres (2ª), Paris (3ª) e Tóquio (4ª). As quatro primeiras cidades da lista mantiveram as mesmas posições em relação ao ano passado. Já Los Angeles, que estava em sétimo lugar em 2020, subiu duas posições, superando as cidades chinesas de Pequim e Hong Kong, e ficou com a quinta colocação.

O levantamento se baseia em 29 métricas, divididas em cinco temas com diferentes pesos: volume de negócios (30%), capital humano (30%), troca de informações (15%), experiência cultural (15%) e engajamento político (10%). Há ainda outros parâmetros que avaliam as cidades que têm maior potencial para atuarem como a próxima geração de centros globais de negócios.

*Com informações do Estadão

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