A atual formação do secretariado da Prefeitura de Manaus tem intensificado a percepção de fragilidade na condução da gestão municipal. Nos bastidores, a avaliação é cada vez mais direta: falta preparo técnico em áreas estratégicas, e isso já começa a se refletir na baixa capacidade de resposta diante dos problemas reais da cidade.
A composição do alto escalão também expõe um problema evidente. A ausência total de mulheres no secretariado não apenas chama atenção, escancara uma gestão desalinhada com práticas mínimas de representatividade. Em pleno cenário nacional de avanço no debate sobre diversidade, a escolha por uma equipe exclusivamente masculina soa como atraso e reforça dúvidas sobre a qualidade das decisões tomadas.
Com resultados tímidos, críticas crescentes e uma equipe que ainda não demonstrou consistência, o desgaste da gestão parece inevitável. A questão que se impõe é direta: haverá competência e disposição para corrigir o rumo ou Manaus seguirá sendo conduzida por um secretariado que, até aqui, acumula mais dúvidas do que entregas?