Valor humano que diz muito sobre quem a tem.
Por mais paradoxal que possa ser, muito mais à respeito de quem não a possui.
Tem relação umbilical com retidão moral.
Convicção quase carnal, como se fosse possível, com a honradez.
Honestidade aos nossos princípios e valores morais.
Uma característica que impregna a alma.
Ela respeita princípios que norteiam a probidade.
A verdade é sua guia, certa referência essencial.
Um requisito inegociável, ainda que estejamos inseridos em cenários diversos.
Demandas e necessidades materiais, todos as temos.
Lealdade, infelizmente, nem todos.
No mundo que, hoje, nos faz presente, um diferencial.
Uma pena dolorosa.
A humanidade tem levado certos bofetões.
Temo em afirmar que a maldade parece ser o combustível que move tantas pessoas.
Atos de assédio, de diversas naturezas, são alguns seus instrumentos.
Os sorrisinhos fáceis e gracejos fantasiados de empoderamento também os são.
Mas igualmente fúteis e fugazes.
O tempo sempre foi, é e será responsável por trazer tudo à tona.
Ele é intransigente nesse papel.
Neste sentido, a lealdade também passa a ter um certo dom de encantamento.
Pois ela eleva a forma como serão lembrados aqueles que dela são seus amores.
Amor é paixão perpétua, não se acaba.
Afinal é isso que realmente importa.
Ter a verdade como companheira de vida.
A fidelidade aos compromissos éticos que traçamos.
O respeito imensurável aqueles que já estenderam as mãos para nós.
Ainda que em algum momento, inadvertidamente, possamos ter os machucado.
O que nos torna desleais, justamente, é tornar isso um hábito.
Desvios pontuais servem como momentos de correção de rota para alguns.
Para outros, apenas evidências de certas ausências.
A pior dela, de gratidão aos princípios éticos, morais e legítimos.
Traz junto de si, a deslealdade, ação de trair a confiança de outra(s) pessoa(s).
Ainda mais de amigos.
É justamente sobre isso.