quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Wilson Lima investe em tecnologia, atrai investimentos e reforça ações contra desastres no AM

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Foto: Alex Pazuello e Diego Peres / Secom

O primeiro semestre de 2025 foi marcado por investimentos em ciência e tecnologia, captação de recursos, geração de empregos e ações de resposta a desastres no Amazonas.

As iniciativas do governador Wilson Lima frente ao Governo do Amazonas incluem aportes para inovação, medidas de incentivo à economia e programas de ajuda humanitária para municípios atingidos por eventos climáticos extremos.

Desenvolvimento econômico e inovação

O ano começou com a destinação de R$ 59 milhões para oito editais de pesquisa em Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI), contemplando 824 projetos. Anunciado em 28 de janeiro, o aporte busca fortalecer a produção científica local e incentivar soluções tecnológicas em diversas áreas, com recursos administrados pela Fapeam.

Em 18 de junho, o governador destacou investimentos de R$ 1,29 bilhão no estado e a previsão de 1.957 novas vagas de emprego até o fim do ano. As oportunidades, segundo o governo, estão distribuídas em diferentes setores, como indústria, comércio e serviços, visando dinamizar a economia estadual.

No dia 22 de julho, balanço apresentado pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, Serafim Corrêa, mostrou que o Amazonas captou R$ 4,2 bilhões em projetos de investimento no primeiro semestre. O resultado foi atribuído ao trabalho conjunto entre o governo e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), com impacto direto no setor produtivo.

Ações climáticas e humanitárias

Em 16 de abril, o governo lançou a Operação Cheia 2025, enviando 160 toneladas de ajuda humanitária para municípios afetados pela subida dos rios. A carga incluiu cestas básicas, caixas d’água, copos de água e purificadores, com prioridade para comunidades ribeirinhas em situação de emergência.

Poucos dias depois, em 23 de abril, foi anunciado o fortalecimento do Comitê de Enfrentamento Climático, formado por diferentes secretarias e órgãos estaduais. O objetivo é ampliar a capacidade de resposta a desastres ambientais e integrar estratégias de mitigação e adaptação frente aos impactos das mudanças climáticas.

Segundo o governo, essas medidas fazem parte de um esforço contínuo para proteger a população e reduzir os danos causados por fenômenos naturais recorrentes na região.

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