O ataque do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) aos três principais nomes da CPI da Covid-19 no Senado Federal – Omar Aziz (PSD), Randolfe Rodrigues (Rede/AP) e Renan Calheiros (MDB/AL) – continuam rendendo nas redes sociais.
Após o presidente da CPI, Omar Aziz, chamar Bolsonaro de “moleque” e desafiá-lo a um debate “com dignidade e sem apelação”, em seguida o vice-presidente da Comissão também se posicionou.
De forma ainda mais dura que Omar, Randolfe Rodrigues disse que os ataques do presidente à CPI estimula ainda mais os trabalhos de investigação.
“Entendo o nervosismo, especialmente com as denúncias de prevaricação e corrupção que se acumulam. Não vão nos intimidar”, disse Randolfe que também escreveu que não liga para os adjetivos que o presidente atribui a ele nas publicações.
“Não me incomodo com os termos que você utiliza para se referir a mim ‘saltitante, fala fina’… O senhor só não pode me chamar de corrupto, miliciano, superfaturador de vacina e líder de internacional da fraude, né?”, devolveu o senador.
Hoje (16), foi a vez do relator se manifestar. No Twitter, Renan Calheiros insinuou que o check up do presidente deveria incluir avaliação psiquiátrica.
“Se há uma unanimidade no Brasil é: o presidente tem de estar internado. Melhoras! Mas quando tuíta e ataca a CPI, é de se avaliar se a psiquiatria não deveria se somar ao check up intestinal”, publicou.
Texto: Rosianne Couto
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