quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Construção: inflação acumulada em 12 meses bate recorde no Amazonas

De acordo com dados do IBGE referentes a junho, Índice Nacional da Construção Civil acumulado em 12 meses teve alta de 17,04% no estado, maior aumento na série histórica.
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O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgado nesta quinta-feira (8) pelo IBGE, mostra que a alta acumulada nos últimos 12 meses, no Amazonas, de 17,04%, bate o recorde do mês anterior (15,72%), e é o maior aumento na série histórica da pesquisa, com desoneração da folha de pagamento, iniciada em 2013. No ano (janeiro a junho), a variação registrada no Estado foi de 6,30%.

Com a variação mensal, o custo da construção por metro quadrado, no Amazonas, que em maio havia fechado em R$ 1.328,71, passou para 1.349,11, em junho, sendo R$ 829,00 relativos aos materiais e R$ 520,11, à mão de obra. Em junho de 2020, o custo do metro quadrado era R$ 1,152,52, no Estado.

De acordo com o responsável pelo setor de Disseminação de Informações do IBGE Amazonas, Adjalma Nogueira, o estado tem o 14º mês seguido de alta no custo da construção. Com isso, o aumento acumulado em 2021 está 2,5% acima da inflação oficial.

“Em junho, materiais e mão-de-obra tiveram aumentos significativos e, assim, colaboraram para a alta do custo final”, justificou.

Se a alta no custo da construção civil no Amazonas foi de 1,54%, em junho, índice bem acima da inflação para o mês (0,53%), o aumento no custo da Construção Civil registrado em âmbito nacional foi ainda maior, alcançando 2,46%. De janeiro a junho, no país, o índice acumula alta de 11,38%, e a variação dos últimos doze meses alcança 20,92%.​​​​​​​

Ranking da variação mês/mês anterior – custo médio

A alta no custo médio da construção civil do Amazonas, de 1,54%, obtida em junho de 2021, em relação ao mesmo mês do ano anterior, colocou o Estado em 14º lugar entre as outras unidades da federação com maiores aumentos. Os menores índices foram os do Pará, com 0,53%, Sergipe, com 0,58%, e Roraima, com 0,66%; e os maiores, os do Paraná, com 5,42%, Mato Grosso do Sul, com 4,65%, e Pernambuco, com 4,22%.

Fonte: IBGE

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