quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Qual é o setor que mais emprega no Amazonas? Confira os dados mais recentes

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Carteira de Trabalho Brasileira. (Foto: reprodução)

O setor de comércio e serviços continua sendo o maior gerador de empregos formais no Amazonas, representando 70% do total de postos formais até novembro de 2024.

De acordo com dados consolidados, esse setor registrou um saldo de 25.968 novos empregos, um crescimento de 40% em relação ao ano anterior, totalizando 384.700 postos de trabalho formais.

Indústria cresce expressivamente

O setor industrial também apresentou um crescimento notável em 2024, com um saldo de 11.916 novos empregos, um aumento impressionante de 253% em comparação aos 3.373 postos gerados em 2023.

O total de empregos formais no setor chegou a 138.078, respondendo por 25% da força de trabalho formal no estado. Esse avanço reflete a recuperação de segmentos industriais do Polo Industrial de Manaus (PIM), que se destacaram durante o período.

Construção e agropecuária

A construção civil, por outro lado, enfrentou um recuo de 21%, com saldo de apenas 2.637 novos postos em 2024, em comparação aos 3.354 empregos gerados em 2023.

Apesar da retração, o setor ainda representa 4% dos empregos formais no Amazonas.

Já o setor agropecuário, embora menor, apresentou crescimento significativo no saldo de empregos, saindo de um resultado negativo de -87 postos em 2023 para um saldo positivo de 254 empregos em 2024, um aumento de 391%.

Apesar disso, sua participação no mercado de trabalho formal é de apenas 1%, totalizando 5.086 postos de trabalho.

Crescimento geral no mercado formal

No total, o Amazonas registrou um saldo de 40.768 novos empregos formais até novembro de 2024, um crescimento de 62% em relação aos 25.080 postos gerados em 2023.

O estado encerrou o período com 549.495 empregos formais, consolidando o comércio e serviços como o principal pilar do mercado de trabalho, seguido pela indústria.

Com a forte recuperação do setor industrial e o crescimento contínuo do comércio e serviços, as perspectivas para 2025 são otimistas.

No entanto, o desempenho de setores como a construção civil dependerá de políticas públicas e investimentos que incentivem obras de infraestrutura e desenvolvimento habitacional no estado.

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