O ESG (ambiental, social e de governança) tem se tornado essencial tanto para empresas de pequeno quanto de grande porte, orientando-as em direção à sustentabilidade.
Enquanto as grandes corporações enfrentam desafios significativos para adotar essas práticas, os microempreendedores individuais (MEIs) encontram no ESG uma solução acessível para transformar suas operações e gerar impacto positivo.
De acordo com o Mapa de Empresas do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, o Brasil registrava, até o segundo quadrimestre de 2024, 13.852.020 MEIs ativos.
No Amazonas, a Receita Federal informou que, até 31 de dezembro de 2024, havia 170.180 MEIs registrados.
Antônio Neto, especialista em inteligência de negócios e assistente de projetos do Fundo Casa Socioambiental, ressalta que os MEIs podem adotar práticas de ESG com rapidez.
“Os MEIs conseguem implementar ações rápidas e de baixo custo, como redução de recursos e parcerias locais. Por estarem próximos da comunidade, geram impactos sociais diretos, fortalecendo sua marca.”
A agilidade dos pequenos negócios facilita a adoção de práticas de ESG, tornando-as mais viáveis e eficazes.
Esse modelo permite que os pequenos negócios se destaquem no mercado global, ao mesmo tempo em que contribuem para a sociedade e o meio ambiente, promovendo o crescimento sustentável.
Leia Mais: