quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Omar pede que STF não atenda pedido de 'calar' Pazuello na CPI

Em entrevista na noite desta quinta-feira (13), o presidente da CPI da Covid disse que a ida de Pazuello ao Senado não será como "investigado" e sim como "testemunha".
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Após o pedido de habeas corpus preventivo da Advocacia-Geral da União (AGU), ao Supremo Tribunal Federal (STF), para que o ex-ministro Eduardo Pazuello possa ficar em silêncio durante seu depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19, o presidente da Comissão, Omar Aziz (PSD) espera que o STF não conceda o pedido.

“O ex-ministro Pazuello não está sendo chamado como investigado e sim como testemunha, para que a gente possa saber de fato o que ocorreu: ‘por que falta vacina no Brasil? Por que falta materiais para intubação nos hospitais? Por que falta oxigênio, principalmente no Amazonas?’. Ele como ex-ministro que passou mais tempo no cargo é uma peça importante. Acho que o Supremo tem que nos permitir investigar e ir a fundo”, afirmou Omar, em entrevista na noite desta quinta-feira (13) ao Jornal Nacional.

O ministro Ricardo Lewandowski foi o escolhido para relatar o habeas corpus. Lewandowski foi escolhido por prevenção, pois já relatou outros casos sobre o mesmo tema.

A AGU pede que o ex-ministro possa ficar em silêncio e “não sofra ameaças” durante o seu depoimento na CPI da Covid, que deve acontecer no próximo dia 19 de maio, às 10h.

Texto: Milena Soares

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